No dia 24 do passado mês de Setembro, foi apresentado em Bruxelas o “Plano de Operações 24 SET 2026”, pelo Coordenador François Bausch, que determinou o uso da bitola europeia nas ligações ferroviárias entre todos os países membros, a fim de permitir o transporte de passageiros e de mercadorias em regime de concorrência em toda a União Europeia.
Os últimos resultados da avaliação internacional dos estudantes europeus do PISA, mostram, sem surpresa, depois do sucesso conseguido até 2015, uma queda continuada dos estudantes portugueses, nomeadamente na matemática e nas áreas cientifícas em geral.
Passaram 25 anos desde o ataque às Torres Gémeas de Nova Iorque e os seus efeitos ainda hoje são sentidos, sendo que o terrorismo internacional, que então dava os primeiros passos, não desapareceu e, pelo contrário, generalizou-se um pouco por todo o mundo.
Terminou a célebre bazuca de António Costa de cerca de vinte e um mil milhões de euros de dinheiro da União Europeia e num país verdadeiramente democrático e com uma governação de normal competência, estaríamos agora a medir os resultados económicos.
Recentemente os jornais publicaram a informação de que no acesso ao ensino universitário, apenas 3% dos alunos são carenciados, ou seja, oriundos de famílias pobres.
O governo português acaba de apoiar o governo espanhol no futuro condicionamento das exportações portuguesas para a Europa, através da manutenção da bitola ibérica nas ligações ferroviárias entre os dois países, o que representa uma verdadeira traição ao futuro da economia portuguesa, que justificaria a prisão e a condenação dos responsáveis, já que por muito menos estão as prisões cheias.
Benjamim Netanyahu e o Estado de Israel acabam de anunciar que não vão abandonar os territórios ocupados em Gaza, na Síria e no Líbano, mostrando claramente ao mundo, nomeadamente ao planeta democrático, as intenções expansionistas que tem sido ao longo de décadas a estratégia sionista.
Apesar de habitualmente concordar com os textos de João Miguel Tavares publicados no jornal “Público”, discordo de um seu texto publicado esta semana, em que JMT critica o Presidente da República por não ter feita uma intervenção pública, necessariamente critica, sobre o caso do ministro Luís Neves.