Benjamim Netanyahu e o Estado de Israel acabam de anunciar que não vão abandonar os territórios ocupados em Gaza, na Síria e no Líbano, mostrando claramente ao mundo, nomeadamente ao planeta democrático, as intenções expansionistas que tem sido ao longo de décadas a estratégia sionista.
Apesar de habitualmente concordar com os textos de João Miguel Tavares publicados no jornal “Público”, discordo de um seu texto publicado esta semana, em que JMT critica o Presidente da República por não ter feita uma intervenção pública, necessariamente critica, sobre o caso do ministro Luís Neves.
Todos os dias tomamos conhecimento de notícias perfeitamente confirmadas que são de tal forma irreais que não se sabe se o melhor é rir ou chorar, sendo que não poucas vezes são notícias ou acontecimentos com origem no mundo da política.
Tenho bastante simpatia pelo ministro da Educação Fernando Alexandre, que no contexto dos diferentes governos que temos tido, considero ser um bom ministro.
Li recentemente no jornal “Público” um texto da deputada socialista no Parlamento Europeu Ana Catarina Mendes a tentar justificar a desastrada política de imigração dos governos de António Costa, com a falta de trabalhadores na economia portuguesa, dando como adquirido e sem crítica que: “Portugal passou décadas a perder população activa,”
Profissionalmente dediquei a minha vida ao sector industrial e continuo a defender a indústria como o sector da economia que melhor pode contribuir para o desenvolvimento económico do País.
Por vezes o primeiro-ministro faz-me lembrar aqueles vendedores de fatos que na minha juventude andavam de feira em feira a vender a melhor fazenda ao mais baixo preço. Apesar de muito jovem já sabia que alguma coisa estava errada na oferta e pensava que seria propaganda a que não valia a pena dar atenção. Agora surpreende-me que ninguém explique ao senhor primeiro-ministro os limites da credibilidade.