O ministro das Infraestruturas e Habitação, Pinto Luz, publicou recentemente uma curta intervenção para explicar as razões da opção do governo da AD pela bitola ibérica na ferrovia, em que convida as pessoas interessadas a fazer-lhe perguntas sobre o assunto.
A tragédia aconteceu e com manutenção ou sem ela, a segurança devida aos passageiros falhou e isso é da responsabilidade directa do presidente da empresa.
Segundo a CNN, o “Governo espanhol lamenta o atraso de Portugal na alta velocidade” acrescentando que Portugal até ao momento fez zero e que do lado espanhol a linha de Madrid até à fronteira portuguesa ficará pronta até 2030.
Recentemente cerca de cem cidadãos portugueses assinaram um documento reivindicando que o governo de Luís Montenegro reconheça o Estado da Palestina, a exemplo de muitos outros países de todo o mundo que já o fizeram.
Como seria previsível, as eleições da semana passada não alteraram nada de muito substancial no panorama político português e os problemas e omissões da vida dos portugueses são os mesmos.
Para não ter de ouvir as imbecilidades próprias de uma campanha eleitoral, ando a dar uma volta pela Europa. Já estive na Irlanda, depois em França e agora estou na Suíça, esperando voltar a França e gastar ainda mais algum tempo em Espanha.
Estamos ainda a um mês das eleições, mas já estamos em plena campanha eleitoral com debates todos os dias, muitos comentadores a comentar e a dar notas, sem que exista qualquer critério visível e em que o futebol da política não tem parança.
Leio nos jornais que a Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria (CIM) considera ser imprescindível a garantia de “um equilíbrio entre os ecossistemas e o bem-estar humano” na futura linha de alta velocidade, que vai atravessar quatro dos seus 10 concelhos.