Nos meios de comunicação discute-se o futuro das relações do primeiro-ministro e do Governo da AD com o novo Presidente da República, que estou certo a maioria dos portugueses deseja seja a melhor possível, no sentido de resolver os problemas existentes na saúde, na justiça e na melhoria da qualidade de vida dos portugueses.
A tragédia que se abateu sobre o nosso País com particular incidência no distrito de Leiria provocou enormes danos e perda de vidas, como deixou atrás de si enormes prejuízos na vida das pessoas e na economia.
Aproxima-se a eleição para a Presidência da República e já vão avançados os debates entre os diversos candidatos, com os habituais comentaristas dos diferentes canais de televisão a dizer tudo o que lhes passa pela cabeça e o seu contrário.
O tempo passa e a minha convicção de que Donald Trump tem um velho compromisso desde a juventude com o presidente russo Putin, torna-se cada vez mais verossímil.
A ridícula pompa criada pelas televisões portuguesas acerca de Ronaldo ter acompanhado o príncipe saudita, seu patrão, na visita à Casa Branca, foi um acontecimento revelador dos baixos valores de alguns sectores da sociedade portuguesa e, em particular, da comunicação social e do mundo do futebol.
Desde sempre que em Portugal o Estado tem um poder excessivo sobe a sociedade e, em geral, os portugueses são excessivamente dependentes do poder político ainda que resmungando e mal dizendo.
A flotilha dos cerca de quarenta barcos que se dirigiram a Gaza com o fim de apoiar os povos da Palestina, teve uma enorme cobertura mediática e se essa foi a finalidade principal da iniciativa não podemos deixar de concordar com o resultado.