
"O turismo de negócios é um verdadeiro instrumento de desenvolvimento económico"
Os territórios já não se medem pela sua beleza natural ou património, mas pela sua capacidade de "atrair conhecimento, reter talento e captar redes internacionais e oportunidades de negócios" . O mote, reforçou José Cancela Moura, vice-presidente da Turismo Porto e Norte, é "captar, competir e crescer".
O terceiro dia do fórum Vê Portugal começou com o painel "Como os eventos, as empresas e as infraestruturas estão a posicionar Portugal", com a participação de Jorge Vinha da Silva, CEO MEO Arena, Carlos Abade, presidente do conselho diretivo Turismo de Portugal, Jorge Costa, administrador da Visabeira Turismo, e ainda de Tiago Quaresma, administrador grupo O Valor do Tempo.

Para isso, "é preciso trabalhar o valor acrescentado em português", defendeu Tiago Quaresma, do grupo O Valor do Tempo. "O nosso movimento é feito de mãos. Na era da Inteligência Artificial, o maior ativo que Portugal tem para entregar ao mundo é anti inteligência artificial. O que nos diferencia não é a última tecnologia, mas aquilo que está cá há séculos, a nossa história e manualidade", reconheceu o responsável.







