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Netanyahu apoia ação "determinada" dos EUA

No sábado, Netanyahu já tinha felicitado Trump “pela sua coragem e histórica liderança em nome da liberdade e da justiça”, após a operação militar norte-americana lançada na madrugada desse dia na Venezuela

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, expressou hoje o apoio do seu Governo à "decisão resoluta e à ação determinada" dos Estados Unidos na Venezuela.

“Na América Latina, vários países estão a regressar à esfera de influência norte-americana e a renovar os laços com o Estado de Israel. Saudamos isso, damos os parabéns ao Presidente [dos Estados Unidos, Donald] Trump e também elogiamos as forças armadas norte-americanas pela operação impecável”, acrescentou Netanyahu durante uma reunião do Conselho de Ministros israelita.

No sábado, Netanyahu já tinha felicitado Trump “pela sua coragem e histórica liderança em nome da liberdade e da justiça”, após a operação militar norte-americana lançada na madrugada desse dia na Venezuela.

“Parabéns, Presidente, pela sua coragem e histórica liderança em nome da liberdade e da justiça. Saúdo a sua firme determinação e a brilhante ação dos seus valentes soldados”, escreveu o chefe de Governo israelita na sua conta X.

A mensagem de Netanyahu surge depois de outros ministros do seu Governo terem também manifestado otimismo em relação ao ataque dos Estados Unidos contra o país latino-americano, que se concretizou com a captura do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e respetiva mulher, Cilia Flores.

O ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, Gideon Saar, afirmou, num comunicado, que espera poder restabelecer “as relações amistosas” com a Venezuela após o fim “da tirania ilegal” de Maduro.

O ministro dos Assuntos da Diáspora, Amichai Chikli, declarou, por seu lado, que Trump desferiu “um golpe fatal ao eixo global do mal e envia uma mensagem clara a [líder supremo iraniano, ayatollah Ali] Khamenei”.

“Maduro não dirigia um país, dirigia um império criminoso e de narcotráfico que alimentou diretamente o Hezbollah e o Irão”, afirmou.

O bombardeamento contra a Venezuela volta a colocar no alvo de Israel e dos Estados Unidos o regime iraniano, onde, na última semana, se registaram protestos nas ruas contra a delicada situação económica.

Janeiro 4, 2026 . 13:34

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