
Escritor doa mais de 10 mil euros a Hospital de Coimbra onde o filho foi tratado
Pedro Chagas Freitas vai doar mais de 10 mil euros em material hospitalar à Unidade de Hepatologia e Transplantação Hepática Pediátrica do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), onde o filho Benjamim esteve internado em 2024 devido a uma grave doença hepática.
A cerimónia de entrega decorrerá no próximo domingo, dia 19, às 14h00, no Hospital Pediátrico de Coimbra, e contará com a colaboração da associação Hepaturix, parceira nesta iniciativa.
O montante foi integralmente angariado a partir dos direitos de autor do mais recente livro do escritor, “O Rei Tigão”, cuja receita reverteu na totalidade para esta causa solidária.
Entre o material a doar estão carrinhos de bebé, sofás-cama, mesas de apoio, espreguiçadeiras, carrinhos para dar banho, torres para transporte de soro e de medicação, balanças para pesar bebés e fraldas, televisões, micro-ondas, máquinas de lavar e secar roupa, bem como camas dobráveis, equipamentos que visam melhorar as condições das crianças internadas e das suas famílias.
Pedro Chagas Freitas, na sua página no facebook, sublinha que esta doação é fruto da solidariedade dos leitores: «carrinhos de bebé, sofás-cama, mesas de apoio, espreguiçadeiras, carrinhos para dar banho, torres para transporte de soro e de medicação, balanças para pesar bebés, balanças para pesar fraldas, televisões, microondas, máquina de lavar roupa, máquina de secar roupa, camas dobráveis: é isto, e ainda mais, o que vamos oferecer. Sim: vamos. Nós. Este dinheiro não é meu. É de cada pessoa que comprou O Rei Tigão».
O escritor recordou também a forma como foi acolhido pela equipa médica e pelos profissionais de saúde durante o internamento do filho.
«Naquele hospital, fomos tratados como reis. Só posso agradecer, todos os dias, a grandeza de cada pessoa com quem nos cruzámos por lá. Que feliz fico, ficamos, por podermos dar de volta o que conseguimos dar».
Pedro Chagas Freitas fez um convite à população. «Quero que esta sessão seja mais do que uma entrega simbólica. Quero que seja alegria. Se puderem, apareçam. Não vai haver glamour; vai haver mimo. A ternura não cura tudo, mas pode mudar tudo»”.







