
GNR ativa mais 13 postos de vigia contra incêndios na região de Viseu
A Guarda Nacional Republicana (GNR) ativou a rede secundária de postos de vigia, com mais 13 postos na região de Viseu, que se somam aos seis da rede primária já ativados no âmbito da operação Floresta Segura 2025.
De acordo com o Comando Territorial da GNR de Viseu, “a estrutura de vigilância passa a contar com um total de 19 torres ativas, assegurando uma maior cobertura e uma capacidade de deteção precoce em todo o território, no âmbito da prevenção e combate aos incêndios rurais”.
Começando pelo norte do distrito, os postos de Seculca, em Resende, Meadas (Lamego), Armamar e de Penela da Beira (Penedono) já estão em funcionamento. Na região Viseu Dão Lafões, as torres distribuem-se por São Miguel, em Viseu, Sátão, Fiais da Telha (Carregal do Sal), Penoita (Vouzela), Caramulo (Tondela), Gravia (São Pedro do Sul), Arca e Ladário, ambos em Oliveira de Frades. Resta ainda o posto de vigia de Chão Miúdo, em Mortágua.
A nível nacional, a GNR, através do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), ativou 150 postos. Numa publicação na rede social Facebook, a Guarda refere que ativou, em 5 de maio, a rede primária de postos de vigia. Esta é “composta por 80 postos, guarnecidos por 320 operadores” e vai estar em funcionamento até ao dia 03 de novembro.
Com a “2.ª fase”, está ativada a rede secundária de postos de vigia, acrescentando 150 postos, “guarnecidos por 600 operadores, que irão operar até 15 de outubro “. “Estas estruturas integram a Rede Nacional de Postos de Vigia e articulam-se com o Sistema de Videovigilância Florestal, atualmente constituído por 147 câmaras de videovigilância, reforçando a vigilância, deteção e resposta aos incêndios rurais em todo o território nacional”, adianta a GNR.
A Rede Nacional de Postos de Vigia “assegura a deteção fixa das ocorrências de incêndios e garante a confirmação da localização dos mesmos, contribuindo para um célere despacho dos meios de combate, em todo o território do continente”.
A GNR acrescenta que a Linha SOS Ambiente e Território (808 200 520) mantém-se disponível para denúncias e pedidos de esclarecimento.







