
Académico deu muita luta mas não evitou eliminação da Taça da Liga
À terceira... foi mesmo de vez. O Académico de Viseu perdeu no reduto de uma dos três grandes do futebol nacional. Para a Primeira Liga, empatou na Luz, venceu em Alvalade e hoje perdeu no Dragão, mas para a Taça da Liga. O golo surgiu aos 45 minutos, na conversão de uma grande penalidade polémica e muito contestada pelos viseenses.
Se a primeira parte foi algo morna, a segunda ofereceu grandes momentos de futebol.
Após uma perdida de Alan Varela, aos 57 minutos, Bruno Pinheiro decidiu mudar o rumo da partida aos 60. Trocou Gohi, Valery Fernandez e Bouldini por três habituais titulares: André Clóvis, João Guilherme e Nils Mortimer.
A partir daqui, os Viriatos passaram a incomodar muito mais o último reduto portista. Aos 65 minutos, André Clóvis ficou isolado frente a Cláudio Ramos, depois de um passe errado de Alan Varela, mas não conseguiu fintar o guardião, que fez bem a mancha. Dois minutos depois, Ceitil caiu na grande área e pediu grande penalidade, mas o árbitro mandou seguir.
Bruno Pinheiro, não satisfeito, trocou, aos 70 minutos, Messeguem e Cristian Ferreira por Kahraman e Mestanza, refrescando o meio campo.
Seguiram-se oportunidades de golo para o FC Porto, mas Juan Soriano respondeu sempre à altura. Primeiro frente a Mec e depois duas vezes frente a Gimenez.
O Académico esteve perto do empate aos 81 minutos, com um remate de Mestanza, e depois aos 94 minutos por Nils Mortimer.
Perante 39.151 espetadores, o Académico de Viseu lutou até ao último minuto pelo empate, que daria acesso às grandes penalidades, mas esse desiderato não chegou a concretizar-se.
Saiu, assim, da Taça da Liga, de cabeça completamente erguida, saindo do Porto com a certeza de que na segunda linha do plantel existem boas alternativas prontas a dar uma resposta assertiva sempre que forem chamados por Bruno Pinheiro.







