
Coordenador do Bloco de Esquerda visitou a 14.ª Sementeira de Viseu
“A Sementeira é um exemplo de duas coisas, daquilo que deve ser a luta cultural, feita com alegria, com festa, em comunhão e serviço às pessoas e isso atrai as pessoas, que ficam muito satisfeitas com este serviço e este bem que é partilhado”, defendeu.
José Manuel Pureza falava à agência Lusa na visita que fez à 14.ª Sementeira, e a última no formato em que se tem realizado, uma vez que a sede do BE em Viseu vai sair do centro histórico, zona que, de ano para ano, acolhe “centenas de artistas” ao longo da semana cultural.
O coordenador do BE afirmou que, numa altura em que “os discursos ultraconservadores e ultraliberais fazem caminho, é muito importante que haja uma sementeira de ideias e de práticas que contrarie essas modas instaladas”.
Enquanto coordenador do BE, José Manuel Pureza fez questão de “enaltecer o trabalho militante” que é feito pelos bloquistas em Viseu para que a Sementeira se realize, uma vez que é fruto de “um trabalho paciente, gratuito, militante e muito empenhado de camaradas” do partido.
“Fazem desta iniciativa uma expressão muito rigorosa, muito exigente do que deve ser a presença do BE na sociedade e isso tem reconhecimento por parte das pessoas e isso é muito bom”, elogiou.
Nesta edição, “como é sua missão, a maioria dos artistas envolvidos vive em Viseu ao qual se juntam projetos e artistas sediados na Amadora, Caldas da Rainha, Coimbra, Covilhã, Lisboa, Mangualde, Mirandela, Mortágua, Oliveira do Hospital, Porto, Vale de Cambra, Valongo e Viana do Castelo entre artistas consagrados e emergentes”.







