O secretário-geral do PS desafiou hoje o Governo a fazer “inversão de marcha” porque vai “em contramão numa autoestrada em grande velocidade”, acusando-o de “manobras ideológicas” com o Chega e de procurar distrair a atenção dos portugueses.
O presidente do Chega avisou hoje que uma aproximação de PSD e CDS ao PS na reapreciação do decreto sobre perda de nacionalidade “tem consequências”, após questionado sobre se essa matéria pesará na votação do próximo Orçamento do Estado.
O secretário-geral do PCP disse hoje que o PS deu a mão a um Governo “derrotado e isolado” para salvar a Prestação Social Única (PSU) e defendeu que a derrota do pacote laboral é uma vitória dos trabalhadores.
O presidente do PS, Carlos César, considerou hoje que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, tem síndrome de Estocolmo em relação ao Chega e que, apesar de ser “maltratado e enganado”, gosta e vai voltar para o partido de André Ventura.
O secretário-geral socialista, José Luís Carneiro, considerou hoje que há um “namoro” entre a AD e o Chega, que é feito entre “beijos e amuos”, defendendo que a alternativa para os portugueses é o PS.
O PSD acusou hoje o Chega de votar contra o combate à “subsidiodependência” e de ficar “com a esquerda”, nunca “com a razão”, após André Ventura afirmar que “ficou só, mas com a razão do seu lado” na PSU.
O dirigente e deputado do PS Marcos Perestrello considerou hoje que no Congresso do PSD houve ausência de ideias novas e o primeiro-ministro mostrou falta de orientação estratégica e se limitou a apresentar "propostas desgarradas".