O desenvolvimento das comunidades não resulta da ação isolada de uma única organização. Constrói-se através da capacidade de unir pessoas, instituições e territórios em torno de um propósito comum.
Atualmente, vivemos um contexto marcado pela incerteza num cenário de complexidade geopolítica e múltiplas pressões externas, a que se associa, por vezes, uma erosão de referenciais éticos onde as organizações da economia social (OES) enfrentam também um período particularmente exigente.
Assinalou‑se no passado dia 5 de maio o Dia Europeu da Vida Independente, uma data que deveria servir menos para discursos formais e mais para uma reflexão séria sobre a forma como Portugal garante ou continua a não garantir plenamente às pessoas com deficiência o direito de viver com autonomia, capacidade de decisão e participação plena na comunidade.
A APCV – Associação de Paralisia Cerebral de Viseu nasceu num tempo em que pouco se falava de inclusão, autodeterminação ou direitos das pessoas com deficiência.
Nos dias 22 e 23 de janeiro, a APCV marcou presença na apresentação dos resultados do OIR – Observatório Ibérico de Residências, em Salamanca, reforçando o compromisso com a inclusão, a cooperação ibérica e a qualidade de vida das pessoas com deficiência.
O Regime Jurídico do Maior Acompanhado, instituído pela Lei n.º 49/2018, 14 de agosto representa uma significativa evolução na legislação portuguesa ao substituir os anteriores regimes de Interdição e Inabilitação.