
Portugal na final dos 4x100 metros feminina, mas fora da masculina
Lorène Bazolo, Tatjana Pinto, Beatriz Castelhano e Arialis Martínez concluíram a volta à pista do Alexander Stadium em 43,06 segundos, o novo recorde nacional, que as deixou no terceiro lugar da primeira série, atrás das equipas da Itália (42,22) e Grã-Bretanha e Irlanda do Norte (42,37).
A marca que retirou 79 centésimos de segundo à anterior melhor marca de sempre (43,85), também alcançada pela seleção nacional, nos Europeus Roma2024, deixou as portuguesas com o sétimo tempo das eliminatórias.
“Estamos felizes, chegámos aqui juntas e queremos focar-nos na final e fazer melhor e atingir um bom resultado, ainda melhor do que este recorde, que representa muito, mas, sobretudo, a dedicação, a superação, o trabalho e a nossa força”, expressou Lorène Bazolo, aos jornalistas.
Esta estafeta já assegurou o melhor resultado português de sempre na estafeta 4x100 feminina, superando o 11.º lugar em Budapeste1998.
A final das estafetas femininas encerra o programa de hoje dos Europeus, às 21:48, depois da masculina, que não vai contar com a formação lusa.
“Levamos daqui uma aprendizagem, porque dá sempre para mais. Não adianta de nada lamentar agora, o que importa é tirar daqui os erros para poder melhorar no futuro”, vincou Delvis Santos, um dia depois de ter disputado a final dos 200 metros.
O quinto classificado nessa distância foi o terceiro a entrar em prova, herdando o testemunho de Gabriel Maia, depois de André Prazeres ter arrancado e antes de o saltador Gerson Baldé encerrar o exercício, com o tempo de 39,49 segundos.
A sexta posição na primeira série e o 12.º tempo nas eliminatórias fica aquém dos dois sextos lugares que Portugal alcançou em Barcelona2010 e Helsínquia2012, mas também dos objetivos deste quarteto.
“Temos de levantar a cabeça, ir para a próxima e correr melhor. Temos de trabalhar mais, meter mais coração no trabalho e nas provas e as peças vão encaixar-se. Temos uma equipa jovem e com capacidade para fazer coisas muito melhores. Viemos para a prova com 39,05 segundos, que dava para chegar à final, mas são coisas que acontecem no desporto”, reconheceu o velocista do Sporting.
A Polónia foi a última formação repescada para a final masculina, com 39,17.









