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Benfica bate Villarreal em jogo particular antes da estreia na fase de acesso à Liga Europa

No segundo ‘amigável’ aberto ao público, os ‘encarnados’ exibiram-se de forma ‘discreta’ no primeiro tempo, mas melhoraram após o reatamento, chegando à vitória com os golos de Rafa, numa brilhante jogada individual aos 52 minutos, e Pavlidis, aos 76

O Benfica somou ontem o segundo triunfo da pré-época, ao bater o Villarreal por 2-0, em jogo particular disputado no Estádio Algarve, a menos de uma semana da estreia na fase de acesso à Liga Europa de futebol.

No segundo ‘amigável’ aberto ao público, os ‘encarnados’ exibiram-se de forma ‘discreta’ no primeiro tempo, mas melhoraram após o reatamento, chegando à vitória com os golos de Rafa, numa brilhante jogada individual aos 52 minutos, e Pavlidis, aos 76.

O terceiro classificado na edição 2025/26 da I Liga, que visita os suíços do St. Gallen na quinta-feira, em jogo da primeira mão da segunda pré-eliminatória de acesso à fase de liga da Liga Europa, já tinha vencido (5-2) o Estrela da Amadora na preparação para a nova temporada, além de ter somado um empate (2-2) com o Caldas e uma derrota (2-1) com o Flamengo, à porta aberta.

Marco Silva, ainda sem os futebolistas presentes no Mundial2026 – Dedic, Tomás Araújo, Aursnes, Richard Ríos, Schjelderup e Lukebakio –, fez duas mudanças relativamente ao desaire com os brasileiros, chamando à titularidade Samuel Soares e Kaminski, que renderam Trubin e o lesionado Umeh.

Com o Benfica posicionado no ‘4-2-3-1’ que deverá ser o modelo tático preferencial com o novo técnico – com Rafa à direita e o reforço Kaminski, este relativamente ‘apagado’, à esquerda nos flancos ofensivos –, os primeiros minutos mostraram um jogo muito ‘fechado’ a meio-campo.

Os ‘encarnados’, com Sudakov a tentar assumir o papel de criativo ‘de serviço’, embora sem grande sucesso, criaram ascendente a partir do quarto de hora, estando perto do golo em dois lances no espaço de poucos minutos.

Na primeira ocasião, Lautaro Spatz tentou antecipar-se a Pavlidis e quase ia marcando autogolo e, depois, surgiu uma sequência de remates perigosos de Enzo Barrenechea e Rafa intercetados pelos defensores da formação espanhola.

Tão depressa surgiu como se ‘apagou’ o fulgor atacante do Benfica, que até ao intervalo teve sempre mais posse de bola, mas nunca conseguiu incomodar seriamente a baliza defendida pelo brasileiro ex-Famalicão Luiz Júnior.

A formação lisboeta, que abre o campeonato português com a receção ao Académico de Viseu, em 09 de agosto, possivelmente à porta fechada, por castigo, voltou do intervalo com o ‘trinco’ Manu Silva no lugar de Lenglet no eixo defensivo, ao lado de António Silva, que a imprensa coloca a caminho dos ingleses do Bournemouth.

O Benfica abriu o marcador aos 52 minutos, com uma grande jogada individual de Rafa, que, servido por Pavlidis a meio-campo, ultrapassou Pau Navarro e Cardona e, aproveitando o adiantamento do guarda-redes rival, assinou um ‘chapéu’ perfeito.

Motivada pelo golo, a equipa de Marco Silva continuou mais pressionante e Pavlidis arriscou a sua sorte, com um remate de fora da área que passou a centímetros do poste esquerdo, aos 58 minutos, enquanto Leandro Barreiro atirou ao lado, aos 75.

Prestianni, que entrou muito ativo logo após a pausa para a hidratação, assistiu Pavlidis para o 2-0, aos 76 minutos, com o dianteiro grego a concluir de pé direito após driblar Pau Navarro na grande área.

Com o jogo resolvido, o treinador do Benfica tirou do banco os mais jovens, entre os quais o lateral Daniel Banjaqui, que viu um remate perigoso ser bloqueado junto à linha de baliza por Pau Navarro, aos 90+2 minutos.

Julho 18, 2026 . 09:30

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