
Viseense Carlos Peninha apresenta “Chão Ardente”
O músico viseense Carlos Peninha vai apresentar o seu mais recente trabalho, intitulado ‘Chão Ardente’, no próximo dia 11, pelas 16h00, no ‘Pinguinhas’, em Viseu.
O projeto tem música original e algumas letras de Carlos Peninha e também conta com poesia de poetas do distrito de Viseu como António Quadros e Luís Veiga Leitão. Há um fio condutor temático neste novo projeto, que, segundo o músico “pretende ser uma reflexão dos tempos que hoje vivemos, num mundo onde a liberdade e o valor da paz, se desvanecem pelo desprezo completo dos valores da vida e do humanismo em muitos lugares do mundo e até na nossa porta”.
As letras originais e os poemas intemporais de vários autores de Portugal e da Lusofonia trazem a lume questões como o humanismo e a liberdade. As influências musicais deste trabalho são a música tradicional portuguesa fundida com o jazz, a música africana, a música árabe e as músicas do mundo trazendo sabores rítmicos e melódicos de várias latitudes.
Pretende ser uma reflexão dos tempos que hoje vivemos, num mundo onde a liberdade e o valor da paz, se desvanecem pelo desprezo completo dos valores da vida
‘Chão Ardente’ conta com as vozes de Uxia Senlle (Galiza), Zeca Medeiros (Açores), Sara Figueiredo, Luísa Vieira e Carlos Peninha, assim como um leque de excelentes músicos convidados. O trabalho discográfico é o segundo de uma trilogia, da qual o primeiro foi ‘Tocar o Chão’ (2017), no qual privilegiou a música feita a partir de poesia de língua portuguesa.
Carlos Peninha é um músico viseense, que na juventude se interessou por aprender a tocar guitarra como autodidata e, em consequência disso, acabou por procurar estudar música, tornou-se músico, compositor e autor, e professor de educação musical. Após estudos nos conservatórios de Aveiro, Viseu e Porto, e na Escola de Jazz do Porto, onde estudou com Carlos Azevedo, Mário Barreiros e Pedro Barreiros, é co-fundador do Quinteto Jazz de Viseu, um projeto a que deu uma certa continuidade com o seu próprio quarteto que mantém até hoje.








