
Tio Jel põe Viseu a rir este sábado no Auditório Mirita Casimiro
O humor irreverente de Nuno Duarte, mais conhecido como Tio Jel, chega este sábado a Viseu para uma noite que promete gargalhadas e alguma nostalgia. O espetáculo “Quem te viu e quem te vê” sobe ao palco do Auditório Mirita Casimiro às 21h30, integrado numa digressão que percorre inúmeras salas do país.
Entre memórias e atualidade, Jel traz ao público viseense uma espécie de viagem no tempo — mas com paragens obrigatórias no presente. “Quem vier assistir pode esperar uma retrospetiva dos meus 30 anos de carreira e 20 do conhecido ‘Vai Tudo Abaixo’, mas também muito humor sobre a atualidade”, explica o humorista ao Diário de Viseu, misturando passado e presente numa só narrativa.
O espetáculo assinala dois marcos redondos: três décadas de carreira e duas desde o icónico programa televisivo que ajudou a consolidar o estilo provocador do artista. Pelo meio, há espaço para revisitar figuras como os Homens da Luta ou a banda Kalashnikov, mas também para revelar histórias inéditas dos bastidores. “Vamos ouvir histórias do início da carreira e opiniões sobre o que mudou no mundo nestes 30 anos — e sobretudo nos meus 50 anos de vida”, conta.
Mas não se trata apenas de nostalgia. A atualidade entra em força no alinhamento, com temas que vão da crise dos combustíveis à inteligência artificial, passando pelo preço das casas. “Abordo muitos temas da atualidade sociopolítica e económica, com realce para as mudanças que vi acontecer”, diz, deixando claro que o humor continua a ser uma lente crítica sobre o mundo.
Quanto ao público de Viseu, as expectativas são altas — e pessoais. “Sempre fui muito bem recebido aí, com boa energia e muitas gargalhadas. Talvez também tenha a ver com o facto de ter sangue beirão”, refere, lembrando as suas ligações a Penalva do Castelo.
Com produção da KILT, os bilhetes já estão disponíveis online. E, ao que tudo indica, este será um daqueles espetáculos “a não perder” — não só para fãs de longa data, mas também para quem quer descobrir como se ri de três décadas de mudanças… sem perder o fio à atualidade.








