
Israel diz ter matado o chefe de milícia do Irão
O exército israelita afirmou que Gholamreza Soleimani foi morto num ataque na segunda-feira, mas o Irão não confirmou a morte do responsável.
“As forças Basij fazem parte do aparelho armado do regime terrorista iraniano”, afirmou o exército israelita.
“Durante os protestos internos no Irão, particularmente nos últimos períodos, à medida que as manifestações se intensificaram, as forças Basij sob o comando de Soleimani lideraram as principais operações de repressão, empregando violência extrema, detenções em massa e o uso da força contra manifestantes civis”, indicou em comunicado militar.
Já os meios de comunicação israelitas noticiaram que um ataque do exército de Israel tentou eliminar, num ataque durante a madrugada, o responsável do Conselho Supremo de Segurança Nacional iraniano, Ali Larijani.
"Ali Larijani foi alvo de uma tentativa de eliminação" por parte das forças israelitas, noticiou a estação pública israelita Kan, enquanto o canal de televisão 12 referiu que "os resultados do ataque ainda estão a ser analisados".
Em comunicado, o exército disse estar a visar elementos da Guarda Revolucionária Islâmica e do aparelho "repressivo do regime" iraniano.
"Foram alcançados resultados preventivos significativos durante a madrugada, que podem influenciar o resultado das operações e os objetivos do exército israelita", disse o tenente-general Eyal Zamir.
Os Estados Unidos e Israel lançaram a 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irão, tendo matado durante a ofensiva o ex-líder supremo Ali Khamenei.
O Irão encerrou o estreito de Ormuz e lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque.








