
Escolas de São Pedro do Sul e Cabo Verde reagem à morte de Letícia Freire
A Escola Profissional de Carvalhais, em São Pedro do Sul, e a Escola Secundária Alfredo da Cruz Silva, na ilha de Santiago, em Cabo Verde, já reagiram publicamente ao acidente ocorrido em Oliveira de Frades que resultou na morte de uma jovem de 18 anos.
Em comunicado, a Escola Profissional de Carvalhais confirma que o acidente aconteceu “fora do contexto escolar, envolvendo duas alunas e um funcionário da escola”. A instituição refere que todas as diligências necessárias foram asseguradas pelas autoridades competentes, agradecendo o “empenho, profissionalismo e rápida atuação” da GNR, Bombeiros e INEM.
Do acidente resultaram dois feridos, que se encontram a receber acompanhamento médico, mas “lamentavelmente, uma das jovens envolvidas não resistiu aos ferimentos e veio a falecer”. A escola afirma estar “profundamente consternada” e adianta que está a prestar “todo o apoio possível”, mantendo contacto próximo com as famílias e responsáveis.

No mesmo comunicado, a direção endereça “as mais sentidas condolências à família, amigos e a todos os que sofrem com esta perda” e garante que, apesar de o acidente ter ocorrido fora do contexto escolar, a equipa está no terreno “junto da família, alunos e autoridades consulares para garantir o bem-estar emocional e psicológico de toda a comunidade escolar”.
Também a Escola Secundária Alfredo da Cruz Silva, em Cabo Verde, onde a jovem estudou anteriormente, manifestou o seu pesar. Em comunicado, a instituição refere “o falecimento da aluna Latifa Freire Furtado”, que frequentou aquela escola no ano letivo passado, “na turma do 12.º ESA”. A escola cabo-verdiana endereça à família enlutada, amigos, colegas e a toda a comunidade educativa “as mais sentidas condolências”, solidarizando-se com “o sofrimento causado por esta perda irreparável”, e expressa o desejo de que “a memória da Latifa Freire Furtado permaneça viva entre todos aqueles que com ela conviveram”.
Entretanto, o Diário de Viseu tem vindo a noticiar a jovem com o nome Letícia, após ter apurado junto de vários amigos e colegas que esse seria o nome pelo qual era conhecida, verificando ainda que nas redes sociais a jovem se identificava como Letícia Freire. O jornal reconhece que já havia suspeitas de um possível erro, mas, após a análise das informações recolhidas, concluiu que a jovem seria tratada pelos dois nomes — Letícia e Latifa — consoante o contexto escolar, familiar ou entre amigos mais próximos.
Segundo foi possível apurar, nos registos da Escola Profissional de Carvalhais a aluna surge identificada como Latifa Freire, nome com o qual se apresentou no início do ano letivo. Admite-se, contudo, que utilizasse outro nome em redes sociais e em círculos mais íntimos, como amigos e pessoas próximas.








