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“Queremos olhar para o futuro com ambição e sem medo de sonhar” (galeria)

Na sua tomada de posse, realizada hoje no Cineteatro Jaime Gralheiro, Pedro Mouro enfatizou que hoje se deu início “a um novo ciclo, um novo tempo de cooperação, de diálogo e de construção partilhada”

O novo presidente do Município de São Pedro do Sul começou por referir, no seu discurso, que a tomada de posse não era de uma pessoa, mas sim de uma equipa. “Uma equipa forte, coesa, equilibrada, que acredita, que trabalha e que se manterá sempre ao serviço de São Pedro do Sul”, reforçou.
Garantiu que o seu mandato será revestido de uma enorme responsabilidade, a que acoplou atributos como “a confi­ança, rigor, compromisso, espírito de missão e o saber fazer desta nova equipa municipal”.
O autarca realçou que se iniciava naquele momento “uma nova vida, um novo impulso que vai projetar São Pedro do Sul para um patamar ainda maior”, sem que, todavia, tenha esquecido os últimos anos, frisando que o concelho “cresceu a olhos vistos, de forma conscienciosa, estruturada, com proximidade, em várias dimensões e direções”.
Pedro Mouro lançou as bases para o futuro, manifestando o desejo de “olhar para a frente com ambição” e de querer “um concelho sem medo de sonhar, com noção da realidade e da dificuldade”. Dessa forma, sustentou que a sua missão “é de longo prazo, feita de grandes projetos, estruturados, integrados e articulados com o desenvolvimento local, que não se esgotam num mandato ou num ciclo político”.
Enumerou, em seguida, as prioridades para os próximos anos: a requalificação da EN16 de São Pedro do Sul para Viseu e de São Pedro do Sul para Vouzela, “que nos vai facilitar as deslocações à capital de distrito e à A25, essenciais para a circulação de pessoas, bens, mercadorias, e benéficas para o turismo e para a indústria local”; uma nova ponte a ser lançada sobre o rio Vouga, “símbolo de ligação, modernidade e progresso”; o novo centro de congressos, artes e espetáculos, “que será o co­ração social, cultural e criativo da nossa cidade, atraindo famílias, amigos e profissionais a eventos de grande dimensão, impactando o lazer e o empre­go desta região”; uma rede de transportes públicos urbanos “tendencialmente gratuita”, uma Loja do Cidadão; e acessos renovados aos parques empresariais.
Mas não só de projetos se falou, porque “o nosso foco são as pessoas”, com medidas de apoio social, “um programa municipal que resolva os constrangimentos na saúde, e um grande investimento no nosso futuro: a educação e a manutenção da qualidade das escolas e dos equipamentos para as nossas crianças e jovens, sem esquecer os empresários”.
O autarca asseverou que a sua equipa vai trabalhar para modernizar São Pedro do Sul. “Queremos uma cidade mais criativa, mais jovem, com dinâmica diurna e noturna, que acolhe, que inspira, que cria oportunidades de vida”.
Entre as suas prioridades está o aproveitamento ao máximo dos fundos do PRR e do quadro comunitário 2030, assim como a garantia de que o turismo e o termalismo em particular, continuem a ser “a âncora que gera emprego de qualidade, que atrai investimento e que continuem a projetar o nome de São Pedro do Sul como a capital do termalismo do nosso país”.
A concluir, reforçou o sentimento com que se vê investido neste cargo. “Ser presidente da Câmara Municipal de São Pedro do Sul é uma honra e o maior desafio cívico da minha vida. Procurarei que todos juntos sejamos a locomotiva que puxa esta carruagem, com políticas que nos conduzirão a um patamar superior de desenvolvimento e a novos índices de confiança”, finalizou Pedro Mouro.

 

Vítor Figueiredo deixa cargo para abraçar outro logo de seguida
Foi presidente da câmara municipal sampedrense de 2013 a 2025, abandonando o cargo no final dos três mandatos autárquicos consecutivos permitidos pela lei. Ontem, começou a cerimónia como presidente cessante e saiu como presidente da Assembleia Municipal (AM), cargo que vai exercer nos próximos quatro anos.
No seu discurso, referiu que será “com humildade, mas também com orgulho” que vai presidir ao novo órgão, no sentido de “garantir que a democracia local continua a ser exercida com seriedade, transparência e respeito por todos”.
“Hoje, o papel que assumo é diferente, mas o propósito é o mesmo: servir São Pedro do Sul. A AM é o espaço maior da democracia local, é aqui que se ouvem todas as vozes, que se debatem ideias, que se fiscaliza a ação da câmara e que se constrói o consenso possível para o bem comum”, enfatizou.
No final, além de desejar os maiores sucessos ao seu sucessor, reafirmou o seu compromisso “de continuar a estar presente, próximo e atento às preocupações dos cidadãos de São Pedro do Sul”, acrescentando que “o trabalho autárquico só faz sentido quando se escutam as pessoas, quando se dá voz a quem vive o território todos os dias, e quando se honra a confiança que a população deposita em nós”.

 

Vozes de Manhouce abrilhantaram a cerimónia
Com três temas do seu repertório, um deles cantado com Isabel Silvestre em palco, as Vozes de Manhouce abriram a cerimónia no Cineteatro Jaime Gralheiro. Na plateia, estavam ilustres nomes do PS Viseu, co­mo António Borges, Lúcia Silva, Gonçalo Ginestal, bem como José Laires, o recém eleito presidente do Município de Penalva do Castelo, Nuno Martinho, secretário executivo da CIM Viseu Dão Lafões, e Luís Neves de Carvalho. |

Outubro 30, 2025 . 20:30

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