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O Mercado Quinhentista já é uma referência em Viseu

No fim de semana de 28 e 29 de junho, a freguesia vai recuar até à época medieval nas ruas e ruelas de Moselos. Como manda a tradição, o programa conta com tasquinhas, artesanato, arte circense e animação de rua, com a expectativa de atrair (ainda) mais visitantes

Impressiona porque ruas e ruelas se vestem a rigor para receber outros séculos que, na verdade, se vão perdendo pelo passar do tempo. Depois de Moure de Madalena, é a vez de “Mozelos” recuar ao medieval, onde não vão faltar saltimbancos, guerreiros, maçãs do amor e outros tantos ofícios que foram ficando pela história. Este ano há ainda lutas de cavalos e de guerreiros, uma das novidades que prometer atrair (ainda) mais curiosos à freguesia do Campo.
Certamente que a experiência de algumas edições foi criando uma “fórmula vencedora” para um “encontro com o passado” que já é referência no concelho, mas não só. Se as expectativas já eram bem altas, nesta edição a promessa é de “arrebatar” o público que por ali se tente a aparecer. “Acho que vamos ter uma adesão muito significativa e se as condições atmosféricas nos ajudarem, vamos incrementar o número de visitantes”, defendeu o presidente da junta de freguesia, reconhecendo que “as feiras medievais, os mercados quinhentistas e as feiras à moda antiga são um tipo de mercado próprio, mas que cativam públicos de todas as idades”.
Esta edição, além das lutas de guerreiros, vai contar com uma comemoração paralela: os 400 anos da padroeira de Moselos, a Nossa Senhora da Vitória. “Vamos fazer também uma associação a esta comemoração, com a colocação de um pequeno monumento que estamos a preparar”, adiantou Carlos Lima.
E, por isso, recordar tradições, recriar atividades e ofícios antigos e celebrar a identidade de um povo é sempre “um motivo de muito orgulho”. “É muito interessante a forma como as pessoas encaram isto e se envolvem. Todos nós gostamos do nosso cantinho e da nossa terra e a melhor prenda que podem dar a uma comunidade é encherem as localidades de pessoas”, admitiu o autarca.
Mas o que “nos enche a alma” é, sem dúvida, “ouvir as pessoas a dizer que gostam, que é muito bonito, que está muito bem feito e que está bem organizado”, afirmou.

Maio 26, 2025 . 08:35

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