
AD apresentou candidatos por Viseu às eleições legislativas de 18 de maio
A Aliança Democrática (AD), coligação entre PSD e CDS-PP, promoveu ontem, no Solar dos Peixotos, em Viseu, a apresentação dos candidatos pelo círculo eleitoral de Viseu às próximas eleições legislativas, que se realizarão a 18 de maio.
António Leitão Amaro, cabeça de lista, atual ministro da Presidência, aproveitou o momento para fazez um balanço da atividade governamental no distrito desde março de 2024 e estabeleceu as prioridades para os anos vindouros.
Ao seu lado, estavam Pedro Alves, deputado e coordenador autárquico nacional do PSD, Rui Ladeira, secretário de Estado das Florestas, Inês Domingos, secretária de Estado dos Assuntos Europeus, Manuel Carvalho, advogado, indicado pelo CDS-PP, e Bruno Faria, presidente da Distrital da JSD e vice-presidente da Comissão Política Nacional da JSD. Na plateia estavam ainda Maria Francisca Damião, advogada e adjunta no atual Governo, Ângela Silva, professora, Ana Cláudia Leitão, formadora, e Célia Grilo, enfermeira.
O cabeça de lista elencou o que foi feito no espaço de um ano, no distrito de Viseu, pelo Governo do qual faz parte. Estabeleceu as diferenças entre um passado recente pleno de promessas adiadas do governo anterior e os investimentos entretanto realizados no território, dos quais realçou o IP3, a linha ferroviária da Beira Alta, a requalificação e novas valências do Hospital de Viseu e a Barragem de Fagilde.
Começou por estabelecer as grandes diferenças entre o passado recente, dos governos do PS, "de promessas adiadas e do esquecimento a que foi votado o distrito de Viseu", e o trabalho que foi realizado no último ano.
“Este é um momento de transição entre o balanço do passado e o lançamento de um futuro que nós e todos os habitantes do distrito esperamos que seja um tempo de continuidade”, referiu, acrescentando que há um ano o cenário era bem diferente.
“Há um ano, o debate político era se iríamos continuar com promessas adiadas, projetos parados e bloqueados, ou se o distrito iria avançar e os sonhos de algumas décadas iriam de facto acontecer, porque os viseenses consideravam-se esquecidos pelo Poder Central, não havia projetos estruturantes para a falta de água, a linha ferroviária estada parada, a ligação por autoestrada não existia e o hospital tinha a urgência pediátrica encerrada à noite. Dissemos que iríamos colocar o distrito onde ele merece. E vejam o que foi possível desbloquear em apenas onze meses...”, enfatizou.
Realçou o desbloqueio de situações como o reforço da Barragem de Fagilde, do IP3, em que grande parte do troço entre Santa Comba Dão e Viseu vai ter perfil de autoestrada, a "repescagem" de projetos com o da Barragem de Girabolhos e o projeto que prevê a construção da linha ferroviária entre Aveiro, Viseu e Vilar Formoso, e os investimentos efetuados no Hospital de Viseu, alargados ao centro de radioterapia e à construção do edifício de Psiquiatria e Saúde Mental, salientando que "este é o maior investimento de sempre desde a construção do hospital". Serão 37 milhões de euros, que promoverão "uma saúde de qualidade no distrito".
Na mobilidade, salientou os investimentos no IP3, EN222 e no IC26, entre Lamego e Trancoso, não garantindo, porém, a conclusão do IC12, que referiu ter sido um projeto “mortalmente ferido pelo PS”.
“Os viseenses podem contar connosco para defender as suas ambições no Poder Central e já temos atrás de nós onze meses como prova. Resolvemos os problemas, as ambições concretizam-se e os projetos avançam”, sustentou.
Culminou a sua intervenção com uma pergunta de retórica, que reforça tudo aquilo que sustentou na conferência: "Fizemos tudo isto em 11 meses, mas conseguem imaginar o que poderemos fazer numa legislatura normal de quatro anos e meio?".
Pedro Alves encerrou a sessão, garantindo que “os viseenses vão ter que escolher entre quem faz, quem se preocupa e concretiza, e aqueles que anunciam e nada fizeram para defender os interesses da região”.
“Os viseenses percebem que em 11 meses fez-se tudo aquilo que não se fez durante oito anos de governo socialista na nossa região. Quando o Governo é PS a preocupação é o PS, quando é da AD a preocupação são as pessoas. Esta é que é a grande diferença e os resultados estão à vista de todos”, concluiu.








