
IPV ‘certifica’ 244 licenciados e mestres
“Hoje vivemos um daqueles momentos que dão pleno sentido à existência de uma instituição de ensino superior, neste caso concreto, o IPV”, começou por dizer o presidente da instituição perante uma sala cheia de orgulho e emoção.
Nesta cerimónia que se realizou pelo segundo ano, foram entregues 244 certificados a licenciados e mestres que terminaram o curso no ano de 2024-2025 nas cinco escolas que compõem o Instituto Politécnico de Viseu: Escola Superior de Educação, Escola Superior de Tecnoclogia e Gestão de Viseu, Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Lamego, Escola Superior de Saúde, Escola Superior Agrária.
Reconhecendo que se “vivia um dia brilhante, com sonhos tornados realidade, caminhos considerando abertos, vidas transformadas”, José Costa aplaudiu o facto destes jovens terminarem com êxito uma etapa de um caminho da vida.
“Cada um de vós trilhou um percurso único, marcado por esforço, disciplina, lágrimas discretas, muitas vezes, sorrisos inesperados e uma força interior que nem sempre sabiam que possuíam”, sublinhou, lembrando Aquilino Ribeiro a quem se deve a expressão “há paisagens que moldam a alma”.
E talvez por isso, “tantos destes jovens, vivendo ou estudando nesta terra beirã, granítica, intensa, tenham encontrado aqui o espaço onde se tornou possível crescer, mudar, descobrir, ousar”.
“Trouxeram esperanças, deixaram pegadas que podem ser revistadas por longos e longos anos. Hoje, levam asas. Estas fundamentais para voar na imensidão do mundo global. Como sabem, do IPV vê-se o mundo”, afirmou, agradecendo de forma especial às famílias. pais, mães, avós, irmãos e amigos próximos, “quem segurou, com firmeza, quando o cansaço apertava, quem acreditou quando as dúvidas apareciam, quem esperou quando o tempo escasseava”.
Mas este não é um fim, bem pelo contrário. Como referiu, “conclui-se uma etapa, mas não se conclui o percurso”.
“O diploma que recebem não é um ponto final — é um simples impulso, apesar de muito importante. Continuem a estudar, a perguntar, a errar, a reconstruir, a procurar mais. Continuem a ser inquietos, porque é na inquietação que nasce a ciência, que nasce a inovação, que nasce a mudança”, desafiou o presidente do IPV, alertando para os tempos que se vivem e onde são precisas pessoas qualificadas, éticas, solidárias, abertas ao mundo” .







