
Ex-dirigente do Chega vai a julgamento
O ex-dirigente do Chega, Nuno Pardal Ribeiro, acusado pelo Ministério Público de dois crimes de prostituição de menores agravados, vai a julgamento apesar de ter pedido, na fase de instrução, que o processo fosse suspenso mediante pagamento de uma injunção e cumprimento de regras determinadas pela magistrada.
A notícia é avançada esta quinta-feira pelo jornal Expresso apontando que a juíza encarregue do caso, Isabel de Noronha, decidiu pronunciar o antigo vice-presidente da distrital de Lisboa do Chega.
Nuno Pardal Ribeiro prestou esta quinta-feira declarações, tendo admitido um "ato sexual" com o menor, que conheceu no Grindr, mas rejeitando o sexo oral com o mesmo, avança a Sic Notícias.
Alegou que acreditava que a vítima era maior de idade e que o dinheiro dado ao menor foi para jantar com amigos.
Recorde-se que o caso foi conhecido no início do ano tendo levado à demissão de Nuno Pardal Ribeiro em fevereiro por "não reunir condições para o efeito".
À data, Nuno Pardal Ribeiro alegou, em declarações à Lusa, que "os factos que estão descritos [na acusação], alguns, ou seja, os mais graves, não correspondem à verdade", mas recusou adiantar mais detalhes.
No mesmo processo, vai também ser julgado por prostituição de menores um piloto de aviões de 74 anos.








