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Dinis Rebordão surpreende júri no The Voice Kids

Aos 11 anos, o jovem de Viseu cumpriu o início de um sonho: ser músico. Após a prova cega, não conseguir virar nenhuma cadeira, mas garante voltar com mais confiança para “rebentar com tudo”

Toca guitarra desde os seis anos, canta desde os oito e, em poucos minutos de conversa, percebemos que tem um talento natural para a música. Na verdade, só nos mostrou entusiasmo quando lhe perguntámos sobre o caminho que está a fazer no mundo dos palcos. Chama-se Dinis Rebordão, tem 11 anos, vive em Viseu há dois anos e é aluno da Escola Infante Dom Henrique. Contou-nos que decidiu participar no The Voice Kids e os pais, Vanessa Silva e Ricardo Rebordão, disseram “sim” à ideia. Pode não ter virado as cadeiras dos mentores, mas promete voltar com mais confiança para “rebentar com tudo”.

Há uns anos, contou ao Diário de Viseu, “tive a ideia de começar a tocar guitarra porque parecia que era fácil, mas depois percebi que era mais difícil”. Ainda assim, ao longo do tempo, “comecei a conseguir fazer acordes, músicas e agora já acho mais fácil”, confessou, adiantando que tocar piano é agora o novo desafio, além das aulas de canto.

“Tenho aulas de canto e de piano. É um bocadinho diferente por causa de ter de usar as duas mãos, mas estou a gostar”, garantiu.
O “currículo” de Dinis Rebordão, além da participação no The Voice Kids, já soma três atuações ao vivo na Covilhã, de onde é natural. “Já fez um concerto com os amigos todos, depois teve um outro concerto também numa piscina”, explicou o pai, Ricardo Rebordão, e Dinis completou: “o mais difícil foi numa feira na Covilhã, a Feira de São Tiago”, onde cantou duas músicas, acompanhado pelo professor.

Quanto à prova mais desafiante, o palco do The Voice Kids, “perguntei ao meu pai se achava que eu estava pronto, ele disse que sim, fiz o vídeo, passei, fui aos castings e correu bem, depois foram as provas cegas”, enumerou.

Em plena televisão nacional, cantou a música “Te Amo”, da dupla Calema, e encantou todos aqueles que acompanharam o programa. Talvez pelo jeito natural a tocar guitarra, talvez pelo amor à música. “Gosto dos Calema, costumo ouvir músicas deles e quis levar porque acho que fica bem no meu tom de voz”, justificou.

A verdade é que, reconhece o pai, “foi uma experiência incrível e agora já vê as coisas de outra maneira, já está sempre a passar para trás para ver outra vez e quando acabou a atuação e vínhamos para Viseu, disse-nos que queria aprender a tocar piano, temos de ver sempre o lado positivo”.

O futuro é, certamente, da música, mas também do futsal. É da guitarra, “que sempre o acompanhou”, mas também o piano e do canto. E como o mentor Diogo Piçarra disse: “não desistas do teu sonho, se é disto que tu gostas, continua porque tens potencial. É trabalhar”.

Junho 17, 2025 . 08:00

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