
Museu do Caramulo é um dos cinco novos espaços na Rede Portuguesa de Arte Contemporânea
O Museu do Caramulo, situado em Tondela e gerido pela Fundação Abel e João de Lacerda, é um dos cinco novos equipamentos culturais que aderem à Rede Portuguesa de Arte Contemporânea (RPAC), passando esta a integrar um total de 105 espaços, conforme aviso publicado no Diário da República.
Além do Museu do Caramulo, juntam-se à RPAC o Alfaia - Arte e Comunidade, da Associação Alfaia, em Loulé, e o Centro Cultural de Samora Correia, do município de Benavente.
Em Lisboa, passam a integrar a rede o Atelier-Museu Júlio Pomar, sob gestão da Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC), e o Museu de Arte Contemporânea Armando Martins (MACAM), da Associação Cultural Armando Martins (ACAM).
A ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, homologou as novas adesões a 17 de setembro, segundo o aviso assinado pelo diretor-geral das Artes, Américo Rodrigues, a 23 do mesmo mês.
Criada em 2021, a RPAC reunia em abril uma centena de equipamentos culturais geridos por 83 entidades, após a adesão da galeria Ochre Space, em Lisboa, e da Casa-Museu Bissaya Barreto, em Coimbra.
Entre os espaços já credenciados destacam-se a Galeria Zé dos Bois, o Museu Arpad Szenes Vieira da Silva, o Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado e a Culturgest, em Lisboa; o Museu de Arte Contemporânea da Madeira, na Calheta; a Casa do Design de Matosinhos; a Fundação de Serralves e a Casa São Roque, no Porto; o Centro de Arte Oliva, em São João da Madeira; o gnration, em Braga; o Museu Jorge Vieira – Casa das Artes, em Beja; o Museu de Arte Contemporânea de Elvas; o LAC, em Lagos; o Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, na Ribeira Grande, Açores; o Antigo Matadouro de Évora; e a Solar – Galeria de Arte Cinemática, de Vila do Conde.
A adesão à rede é voluntária e pressupõe que as entidades proprietárias ou gestoras dos equipamentos em território nacional se comprometam a promover atividades de valorização e dinamização da arte contemporânea, incluindo uma programação cultural própria e ações de mediação de públicos.
O processo de credenciação está aberto em regime de permanência, segundo a Direção-Geral das Artes.







