
Barcos (Tabuaço) volta a ser palco da Festa das Vindimas
Há festas que marcam o calendário e outras que marcam a vida de uma terra. É este o caso da Festa das Vindimas de Barcos, que regressa nos dias 3 e 4 de outubro à Aldeia Vinhateira do concelho de Tabuaço. A ligação ao vinho e à vindima mantém-se e, este ano, o programa apresenta novas experiências e novas formas de descobrir a aldeia.
Com organização do Município de Tabuaço e da Junta de Freguesia de Barcos, a Festa das Vindimas tem vindo, ao longo dos anos, a afirmar-se como um dos momentos de maior expressão da vida comunitária de Barcos. A sua história cruza-se com a própria identidade da Aldeia Vinhateira: é nas ruas, nos lagares e nos espaços da aldeia que a vindima deixa de ser apenas uma atividade agrícola e ganha uma dimensão de encontro, partilha e celebração. As edições anteriores têm sido marcadas pela participação e pelo entusiasmo da população, com a recuperação de memórias e práticas associadas a outros tempos, a par de propostas de música, gastronomia, artesanato, provas de vinhos e animação de rua. Essa dimensão comunitária constitui, aliás, um dos elementos fundamentais da identidade da Festa.
Em 2026, a essência mantém-se, mas o programa ganha novas propostas. Ao longo dos dois dias, os visitantes poderão conhecer os produtores presentes, assistir a um desfile etnográfico, percorrer Barcos num passeio equestre ou através da caminhada vinhateira, e encontrar pelas ruas da aldeia momentos de animação, teatro, projeção de vídeo e música ao vivo.
A programação cruza diferentes dimensões de Barcos: o vinho e a vinha, a memória e o presente, a cultura e o quotidiano. O resultado é um programa com diferentes motivos para permanecer na aldeia e descobrir aquilo que a caracteriza.
Mais do que uma celebração da vindima, a Festa propõe-se, uma vez mais, abrir Barcos a quem chega e mostrar Barcos a quem já conhece.
Durante dois dias, a aldeia transforma-se num ponto de encontro entre produtores, população e visitantes. O programa dirige-se a diferentes públicos e mantém como ponto de partida aquilo que está na origem da Festa: a relação entre a terra, o vinho e as pessoas.







