
Autarca diz que casas de Sabouga foram salvas
As casas da aldeia de Sabouga, em Vila Nova de Poiares, esteve na linha de fogo, mas foram todas salvas e não há feridos a registar, disse à agência Lusa o presidente da câmara.
“Felizmente, conseguimos salvar as casas, que era o nosso propósito. Não há feridos e nem danos e isso é que é de registar depois dos momentos de aflição vividos” na aldeia de Sabouga”, disse o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares, em declarações à agência Lusa cerca pelas 17:20.
Nuno Neves disse ainda que “o incêndio continua ativo e estão previstos ventos fortes para o final da tarde” e que, por isso, agora “é esperar que o pior já tenha passado” nas últimas horas.
“Houve um reforço de operacionais e meios aéreos, uma operação musculada, que permitiu travar o incêndio. De outra forma isto teria tomado outras proporções”, realçou o presidente.
Nuno Neves disse ainda que “a carga combustível existente é muita e em todo o lado, essencialmente eucaliptos e mato e muitas árvores caídas ainda da tempestade Kristin”, em fevereiro, que atingiu a região Centro do país.
Pelas 15:40, o comandante do Comando Sub-regional da Região de Coimbra, Carlos Tavares, dizia à Lusa que havia “algumas aldeias em risco, com o incêndio a bater” e uma delas era Sabouga.
Este incêndio em Vila Nova de Poiares teve o alerta pelas 13:41 para o lugar de Sabouga, freguesia de Lavegadas, em Vila Nova de Poiares, distrito de Coimbra.
Segundo a página oficial da internet da Autoridade nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) tem ainda um outro incêndio no distrito de Coimbra teve início pelas 13:35 em Murganheira, freguesia de Pombeiro da Beira, no concelho de Arganil.
No início, a ANEPC tinha os meios destes dois incêndios distribuídos, mas, pelas 17:30, a página na Internet concentrou os números no de Arganil.
Pelas 17:30, estavam mobilizados 661 operacionais, apoiados por 197 veículos e 11 meios aéreos.







