Última Hora
Rock Dao Jpg 2
Pub Dv Ficton 20260907
Pub

“O Caramulo é uma marca indiscutível e a âncora do turismo no concelho”

Carla Antunes Borges, presidente do Município de Tondela, elenca os projetos que a câmara tem em mãos para desenvolver os setores do ambiente, habitação, comércio e da promoção turística, com grande enfoque no Caramulo

O Dia do Município serve também para reforçar a identidade tondelense e os laços entre a comunidade?
O feriado municipal, a 16 de setembro, é um dia com um profundo significado para todos nós, porque coincide com o dia da padroeira do concelho e das festividades em honra de Santa Eufémia e coincide também com o aniversário da Associação Huma­nitária dos Bombeiros de Tondela. É um dia preenchido de comemorações e, acima de tudo, de cerimónias evocativas que relevam a atividade e o papel de cada uma destas entidades na nossa sociedade. No domingo, celebrámos também o aniversário da Associação Nacional dos Combatentes do Ultramar, que tem a sede em Tondela, valorizando a participação dos combatentes do Ultramar, numa dignificação muito clara do papel que eles tiveram e que, na nossa opinião, não é valorizado o suficiente. Por isso, o 16 de setembro é também um momento para relevar e elevar o trabalho das associações e das entidades do concelho.

 

Que galardões vai atribuir a câmara na sessão solene?
Vamos atribuir galardões de mérito que foram aprovados por unanimidade sobre a proposta de todos os membros do executivo. No âmbito da comemoração dos seus 50 anos, vamos atribuir a Medalha de Ouro da Cidade de Tondela à ACERT. Depois, a Medalha Municipal de Mérito vamos atribuir ao ministro da Presidência, António Leitão Amaro, que virá presidir à sessão. Foi uma decisão tomada já no mandato anterior de reconhecimento público ao mérito dos antigos presidentes da Assembleia Municipal do nosso concelho. O mesmo galardão se­rá atribuído a António Ferraz, advogado e presidente da Associação Nacional dos Combatentes do Ultramar. Também o empresário, vitivinicultor e ex-presidente da Junta de Freguesia de S. Miguel do Outeiro, António Moreira Marques, receberá a mesma distinção, assim como a presidente da Associação das Mulheres Agricultoras de Castelões (AMACastelões), Celeste Nápoles. O executivo municipal decidiu ainda conceder a Medalha Municipal de Valor e Altruísmo a José Valle e Figueiredo, diretor do jornal Folha de Tondela, dos Cadernos de Cultura D. Jaime e do Centro de Estudos Tomaz Ribeiro. Iremos, a título oposto, agraciar com a Medalha Municipal de Valor e Altruísmo o falecido comandante Adelino Coimbra Augusto, que faleceu no ano passado e que foi alguém que teve um papel fundamental à frente do corpo ativo dos Bombeiros Voluntários de Tondela e cujo trabalho é reconhecido por muitos, porque deixou um legado humano nos bombeiros, que sempre valorizou a participação da sociedade no voluntariado, mas, acima de tudo, foi sempre um baluarte para os mais novos e esteve presente nos bombeiros até à última hora.

 

Após os elogios da ministra do Ambiente, que apontou Tondela como um exemplo a seguir, como está a decorrer o projeto da terceira área empresarial do concelho, dedicada ao setor ambiental?
Fizemos um estudo de mercado relativamente a essa matéria em 2025, que nos permitiu definir as principais linhas orientadoras pa­ra a construção da zona industrial, bem como a definição de lotes e a captação dos investidores que, mediante a nossa perspetiva, deviam ser primordiais. Esse estudo foi muito importante para come­çarmos agora a gizar a zona industrial. O local estava definido, em frente ao Planalto Beirão, ao aterro sanitário, pensado desta maneira precisamente para haver uma sintonia muito clara e uma redução de custos de contexto e promovermos aqui os circuitos curtos entre o produtor e a empresa de valorização de resíduos. Este ano ainda, vamos lançar o concurso para a elaboração do projeto de execução da terceira área de acolhimento empresarial e esperamos, ao longo do mandato, dar corpo ao projeto pa­­ra lançarmos os primeiros passos de execução da zona industrial.

 

Trata-se de um projeto pioneiro a nível nacional...
Sim, é verdade. A adesão que nós estamos a ter a este projeto é enor­me, inclusivamente temos já empresas que nos estão a procurar para poderem instalar-se, porque não é óbice o facto de não termos ainda o loteamen­to, porque estamos a falar da cri­a­ção de lotes que depois são vendidos, e o facto de não haver a criação do loteamento não invalida que uma empresa se possa instalar lá, porque nós, em sede PDM, temos a classificação do espaço necessário e adequado para a instalação de indústrias. Portanto, nós estamos a terminar a nossa revisão do PDM, até ao final do ano vai estar concluída, irá para a discussão pública e depois na conferência final de serviços e a nossa perspetiva é que até ao final do ano esteja concluída e já introduzimos as necessárias alterações no PDM para poder acolher essas empresas. Portanto, se vier uma empresa do setor ambiental que se queira instalar em Tondela, ela pode instalar-se na zona do Borralhal, porque em termos de PDM já há essa classificação.
A câmara tem inaugurado grandes investimentos nas freguesias. Essa aposta também contribui para reforçar a coesão territorial?
É uma estratégia que vem do mandato passado, porque não podemos apenas defender a coesão territorial entre Tondela e Lisboa, reclamando da capital essa coesão, também temos de a defender no nosso próprio território. Temos vindo a valorizar essa coesão de forma quase piramidal, dos lugares para as freguesias, destas para as vilas e das vilas para a sede do município. E inversamente, ou seja, o município distribui apoios financeiros também nesta proporção e em função do grau dos investimentos. No mandato passado fizemos vários apoios financeiros às juntas freguesia, às associações, às entidades, nas várias freguesias. E, paralelamente, fomos desenvolvendo projetos a serem executados pelo município também nas várias localidades. Estamos, neste momento, a fazer a concretização destes projetos que começaram no mandato passado.

 

O Caramulo é um caso paradigmático dessa aposta municipal?
No caso do Caramulo, nós vimos aprovado este ano o apoio finan­ceiro de uma candidatura que tínhamos apresentado no mandato passado para construção e apoio ao turismo, portanto, numa medida e numa linha de financiamento ao turismo. Com este apoio financeiro, com esta candidatura, vamos, por exemplo, poder fazer a tão esperada intervenção nos acessos ao longo da 233, com a construção de passadiços entre determinadas áreas e depois a condução por caminhos florestais, precisamente para permitir a segurança pedonal entre o hotel e a zona do Cabeça da Neve, mais concretamente o cruzamento para Jueus, na zona da rampa do Caramulo. Vamos poder capacitar os vários agentes locais ligados ao setor do turismo, apoiando-os num conjunto de medidas para potenciarmos o que o Caramulo tem de bom. Além disso, estamos a trabalhar com o Museu do Caramulo para a realização do edifício do Sanatório Infantil na criação do Museu do Brinquedo. É um projeto que tem estado a ser desenvolvido. Portanto, o museu está neste momento a elaborar as propostas da intervenção no edifício para nos apresentar.
Paralelamente, lançámos o concurso do Discurso Expositivo do Centro Interpretativo da Estância Sanatorial do Caramulo, que será um centro no Antigo Edifício do Turismo. E temos aqui um conjunto de projetos em apoio à junta de freguesia, nomeadamente a reabilitação da escola do primeiro ciclo no Caramulo e na criação de um espaço adjacente também de lazer, a par de várias obras, depois mais pequenas, de intervenção que estamos a realizar no Caramulo, umas próprias, outras com a junta de freguesia. E ainda este ano iremos concluir o plano de mobilidade urbana sustentável, e que no caso do Caramulo vai ter um impacto muito grande.
A candidatura vai-nos permitir, para além de algumas destas coisas que eu referi, concretizarmos ações, algumas das 12 ações que nós tínhamos apresentado no ano passado, a apresentação do posicionamento da marca do Caramulo. Lançámos este ano o processo de certificação do Caramulo como destino e do Caramulo/concelho de Tondela como destino turístico sustentável, e portanto a parte do diagnóstico está concluída. Acreditamos que durante o próximo ano possamos obter a certificação como destino turístico sustentável. A candidatura que realizámos às construções de Pedra Seca para o Inventário Nacional do Património Cultural e Material já foi apresentada. Portanto, nós acreditamos que o Caramulo é a âncora do turismo no concelho. É importante que o Caramulo tenha um peso e uma presença forte na promoção turística do nosso concelho, é uma marca indiscutível, é uma marca que está claramente associada ao concelho de Tondela, e que é altamente virtuosa para a promoção de outras áreas e a promoção do território no seu todo.

E uma das formas de o fazer foi o lançamento das estações náuticas em várias freguesias, com o “Onda T”. Co­mo é que correu o primeiro ano de implementação?
Correu de uma forma espetacular, com uma adesão que ultrapassou as nossas expectativas. Com o investimento realizado pelo município, se nós formos fazer uma avaliação do investimento per capita de utilizadores, posso dizer que ultrapassou muito a nossa expetativa. E com uma mais-valia muito grande, que foi o envolvimento dos stakeholders, dos empresários e dos empreendedores, e que com esta experiência eles próprios também puderam valorizar o facto de poderem participar e ter atividades depois, e de alguma maneira nós servirmos como estímulo, num apoio financeiro e numa contratualização, mas o que se pretende no futuro é que eles próprios possam dinamizar essas atividades no local, percebendo o rendi­mento e o proveito que possam vir a ter.
Entre as várias estações náuticas, queria destacar Ferreirós do Dão, o primeiro espaço onde realizámos a “Onda T”. É uma freguesia milenar que tem uma marca intrínseca própria que nós também estamos a promover em conjunto com a junta, com as celebrações dos 1050 anos da freguesia. É uma marca com características muito próprias e que merece ser divulgada e promovida.
Por outro lado, Sangemil, que podemos identificar como o segundo ponto turístico mais importante do nosso concelho, associado ao balneário termal, tem claramente uma presença muito forte. De Sangemil a Ferreirós do Dão, estamos a falar de um curto espaço e de trajetos muito curtos e esta ligação é profundamente virtuosa porque permite fazermos ali aquilo que os técnicos designam como produto turístico integrado, ou seja, quem for a Sangemil pode perfeitamente passar mais do que um dia, dormir mais do que uma noite, porque tem várias ofertas turísticas e um pacote turístico, inclusivamente com a criação de percursos pedestres que ligam as duas localidades e, portanto, temos aqui um produto integrado e, claro, associando o Caramulo a isto, obviamente que ganha aqui uma escala diferente.

 

O município está a trabalhar para alavancar ainda mais a sua atração turística ao criar um produto turístico integrado ímpar?
Quando falo em turismo, falo no desenvolvimento da economia em vários setores, na valorização dos nossos produtos endógenos, da agricultura, da vinha, do vinho, do cabrito, da produção agrícola, da laranja. Associando também o comércio e os serviços na restauração, no alojamento e em todas as atividades ligadas ao setor turismo, desde a cultura, espaços museológicos, restaurantes, cafés, tudo aquilo que gravita à volta do turismo. Por isso, acreditamos que, desta maneira, conseguimos produzir um produto integrado no nosso concelho, não obstante as mais-valias que conseguimos ter a nível da região. A nossa participação na CIM Viseu Dão Lafões é nessa postura e perspetiva. É importante que haja um produto turístico integrado e produ­zido e pensado na CIM e nos seus 14 municípios. Pertencemos à CIM e, portanto, temos uma estratégia comum de promoção do nosso território. Aquilo que nós definimos para Tondela é alinhado com esta estratégia que está a ser desenvolvida e promovida na CIM. Sabemos o papel que Tondela, por ser o segundo maior concelho do distrito, tem neste domínio, como âncora também. Veja-se o que aconteceu com a exposição da Fórmula 1, que ultrapassou todas as expetativas a nível de visitantes diários, podemos falar de uma média de mil visitantes, bem como os números do Caramulo Motorfestival deste ano. Sabemos da importância que Tondela tem nesta criação de produtos integrados na CIM, que nos traz ainda mais responsabilidades. E esta responsabilidade também faz com que nós, nestas zonas de Sangemil, Ferreirós e Besteiros, tenhamos uma atenção diferente na forma como estamos a construir soluções que possam ser dinamizadoras de áreas turís­ticas ou de stakeholders de parceiros nos outros concelhos e que também possam vir a beneficiar da promoção destes locais.

Atração turística potencia mais visitas e maior fixação de pessoas. Como é que a autarquia pretende resolver a crise da habitação?
Há um plano e um grande conceito. Nós defendemos a criação de habitação para todos aqueles que necessitam de habitação em Tondela e que querem vir viver para cá. E nessa perspetiva, começámos no mandato pas­sado a definir o nosso posicio­namento relativamente a várias áreas, as linhas do PRR para apoio à criação de soluções para o 1.º Direito e arrendamento acessível, mas também definições internas de procedimentos. Definimos logo de início uma alteração profunda na forma como os serviços do município estavam dimensionados e eram prestados. Implementámos, em 2022, a desmaterialização total de processos e o NoPaper, uma plataforma de desburocratização específica para pedidos de licenciamentos urbanos. No fundo, fizemos uma modernização administrativa global no município. Naturalmente, houve uma fase de adaptação, mas já sentimos o resultado dessa aposta. Isto permitiu um apoio muito claro à capacidade de resposta e de licenciamentos dos projetos dos empreendedores e tornou-se muito atrativo para empreendedores privados virem construir em Tondela. E nós, nos próximos dois anos, vamos ter um incremento muitíssimo elevado de oferta de habitação de construtores privados. Entendemos que o município deve suprir necessidades específicas na área da habitação e temos uma obrigação de criar soluções para que a iniciativa privada possa surgir, florescer e que haja claramente a livre concorrência e o mercado seja aberto e não monopolizado. E, por isso, a participação do município é fundamental neste sentido, que é criar oportunidades para todos. Por isso é que nós queremos habitação para todos e que haja vários tipos de habitação, com custos diferenciados, com custos mais baixos, com custos mais altos, com qualidade, também de diferentes níveis de qualidade. Qualidade mais acessível, rendimentos acessíveis, custos controlados, mas também habitações de luxo.

 

Essa oferta está construída?
Essa oferta está a ser construída. Algumas delas, de respeito à câmara, à intervenção do município, adquirimos habitação com o financiamento do PRR para o 1.º Direito, um pacote com candi­da­turas já aprovadas e com uma taxa de execução de 100% e num curto espaço de tempo. Portanto, porque nós adquirimos as habitações com um orçamento próprio e depois é que, entretanto, a candidatura veio aprovada, tínhamos a confiança de que seria aprovada. Não construímos, comprámos apartamentos que estavam no mercado, já com alguma idade, que precisavam de obras e, portanto, nós fomos ao mercado e isso também fez com que o mercado abanasse. Depois, está já concluído o concurso para iniciar a requalificação da Pensão Matos, na zona antiga da cidade, que vai servir como dinamização, criação de habitação para arrendamento acessível e regeneração urbana e ativação desta área da cidade. Três apartamentos que nós contamos que, no final do próximo ano e início de 2028, possam estar concluídos. É uma obra difícil e complexa, a reabilitação urbana de um edifício antigo e, portanto, com todas as vicissitudes e constrangimentos que podem advir de uma obra desta natureza, mas será iniciada ainda este ano. O concurso está concluído, o contrato assinado iremos fazer a consignação em breve.

 

O concelho está preparado para receber famílias e para fixar mais pessoas?
Sim, claro. E a par disto, além das iniciativas privadas, e estamos a falar de nos próximos dois anos termos aqui cerca de 300 novas frações de privados, o que se tor­na claramente muito atrativo, abrindo várias áreas e polos da cidade, podemos associar a compra de mais duas habitações recentemente por parte do município e dois lotes para construção, para novas construções também para arrendamento social e arrendamento acessível, que agora vamos começar a lançar os projetos do concurso para a elaboração do projeto de arquitetura, do projeto de execução, ainda não é emprei­tada, mas o projeto.

 

Que projetos tem a câmara tem em cima da mesa em termos de investimento em áreas comerciais?
A reforma administrativa que concretizámos no mandato passado também permitiu, porque também passa pela parte dos licenciamentos, a criação, num trabalho muito estreito com os promotores, de duas importantes áreas comerciais no nosso concelho, que estão à vista de todos, na imediação do nó norte do IP3. São duas áreas comerciais que vão trazer uma oferta diversificada ao concelho e que para nós é mui­to importante porque tornam o concelho mais atrativo e facilitam o facto de que quem vive em Tondela, ou quem pretenda viver, ficar com mais respostas a nível de educação, saúde com qualidade, oferta comercial para as necessidades do dia a dia, não tendo de se deslocar a outras cidades. A criação de respostas a este nível é fundamental para a valorização do comércio local, porque este por vezes fecha portas porque as pessoas vão comprar fora do concelho, mas havendo respostas integradas, bons supermercados em Tondela, já não é necessário ir a outros locais. Um deles vai ficar concluído este ano, a instalação de um segundo Lidl em Tondela, onde era a URFIC, a abertura ao público ainda será este ano. Vão haver profundas alterações naquela zona, como uma nova rotunda, que dá entrada para a zona comercial, que terá várias unidades comerciais no loteamento, sendo uma delas o Lidl, vai permitir a criação de uma grande avenida paralela ao IP3 que vai rasgar toda aquela zona, entre o nó Norte e o primeiro viaduto no sentido Sul, e que vai permitir abrir a cidade para outros projetos imobi­liários, na nossa perspetiva, e depois, no outro la­do, com a criação de um loteamento destinado a zonas comerciais, onde neste momento está em fase de conclusão a instalação do Burger King e onde vão apare­cer outras unidades comerciais.

 

“O meu desígnio e a minha responsabilidade é pensar num futuro para o meu concelho a 15 ou a 20 anos”

Como presidente, tem 3 anos de avanço em relação aos autarcas que iniciaram em 2025 o seu mandato, porque entrou para o cargo em janeiro de 2022, o que faz com que possa completar 15 anos à frente do município. Está preparada para este desafio?
Estou preparada para todos os desafios que possam surgir daqui para a frente. O meu desígnio e a minha responsabilidade é pensar num futuro para o meu concelho, a 15 ou a 20 anos, criar soluções para as necessidades imediatas e a médio prazo, porque é eleito e assume esta função quem se candidata e se nos candidatamos temos de ter um projeto e temos de o executar com essa responsabilidade.
A minha responsabilidade le­va-me a dizer que estamos a pensar no nosso concelho e no seu futuro, para o amanhã, para um futuro próximo e para daqui a 20 anos. Por isso é que projetos como a criação de uma terceira área de acolhimento empresarial não se concretizam em 4 anos, nem em 8, provavelmente concretizam-se daqui a 20 anos. Mas se o queremos concretizado, teremos de o iniciar ago­ra. Por isso, sim, estou preparada para esse desafio.

Setembro 15, 2026 . 08:00

Partilhe este artigo:

Junte-se à conversa
0

Espere! Antes de ir, junte-se à nossa newsletter.

Comentários

Seguir
Receba notificações sobre
0 Comentários
Fundador: Adriano Lucas (1883-1950)
Diretor "In Memoriam": Adriano Lucas (1925-2011)
Diretor: Adriano Callé Lucas
94 anos de história
bubblecrossmenuarrow-right