
Governo português lamenta morte do rei da Noruega que recorda como "referência moral"
O ministro dos Negócios Estrangeiros endereçou ao homólogo norueguês, Espen Barth Eide, “as mais sentidas condolências pelo falecimento de sua majestade”, o rei Harold V, indicou o Ministério liderado por Paulo Rangel, numa publicação nas redes sociais.
O Governo expressou também “a solidariedade do povo português com o povo norueguês, diante da memória do rei Harold V, referência moral que soube casar a tradição com a modernidade e o progresso”.
O rei Haroldo V da Noruega, que se encontrava hospitalizado devido a complicações relacionadas com uma doença sanguínea, morreu hoje aos 89 anos, anunciou o Palácio Real norueguês.
"É com profunda tristeza que anunciamos o falecimento de sua majestade o rei Haroldo. O rei Haroldo faleceu pacificamente no Hospital Nacional [Rikshospitalet] na sexta-feira, 28 de agosto, às 06:35" (05:35 em Lisboa, de acordo com um comunicado.
Decano dos monarcas da Europa, Haroldo V, que assumiu o trono da Noruega em 1991, após a morte do pai, rei Olav (1903-1991), sofria de anemia hemolítica, uma doença do sangue que provoca a destruição anormalmente rápida dos glóbulos vermelhos, e estava internado há cerca de uma semana.
O príncipe herdeiro, de 53 anos, tornou-se hoje rei Haakon VIII e chefe de Estado da Noruega.








