
Ministro da Administração Interna condena atropelamento em Albufeira
O ministro da Administração Interna condenou hoje o atropelamento em Albufeira (Algarve) de 12 pessoas e prometeu que “as circunstâncias do sucedido serão integralmente apuradas pelas autoridades competentes”.
“Dez jovens, com idades entre os 18 e os 22 anos, ficaram feridos, um dos quais em estado grave” e “dois militares também sofreram ferimentos”, refere Luís Neves no comunicado enviado à Lusa e publicado nas redes sociais.
O governante “lamenta profundamente a grave ocorrência registada esta madrugada em Albufeira” e “manifesta a sua profunda solidariedade para com os militares da GNR e com todos os jovens atingidos e as respetivas famílias”, acompanhando com “preocupação a evolução do seu estado de saúde.
O condutor, de 35 anos, “tentou a fuga depois de uma ordem de paragem” e apresentava uma taxa de álcool no sangue de 1,29 gramas por litro, refere o ministro, reconhecendo a “pronta intervenção dos militares da GNR presentes no local”.
O porta-voz da Guarda Nacional Republicana (GNR), Carlos Canatário, adiantou à Lusa que dos 12 feridos, uma jovem sofreu ferimentos graves, e os restantes, onde se incluem dois militares da guarda, tiveram ferimentos ligeiros.
De acordo com a GNR, o atropelamento ocorreu cerca das 03:00 de hoje na Rua Francisco Sá Carneiro, quando uma viatura que se encontrava estacionada na via pública iniciou marcha.
O homem foi mandado parar pelos militares da guarda, mas desobedeceu e inverteu a marcha e continuou a circular, atropelando um grupo de jovens.
Na ocasião, “os militares da Guarda dispararam alguns tiros para o ar com o objetivo de tentar parar o condutor", adiantou.
Depois, segundo Carlos Canatário, o carro embateu noutro veículo, tendo o homem tentado fugir a pé, mas acabou por ser detido pelos militares do Grupo de Intervenção de Ordem Pública.
Segundo as autoridades, o homem foi detido pelos crimes de ofensa à integridade física qualificada, condução sob efeito de álcool e condução perigosa, tendo os factos sido comunicados ao Tribunal Judicial para aplicação das respetivas medidas de coação.








