
Militares que morreram na A1 tinham estado em São Pedro do Sul
Os dois militares do Exército português que morreram hoje atropelados na autoestrada 1 (A1), junto à área de serviço da Mealhada, no município de Cantanhede, quando auxiliavam o condutor de um veículo pesado de mercadorias ali imobilizado, regressavam à sua unidade, o Regimento de Engenharia 1, depois de terem estado empenhados, ao longo da semana, na montagem de uma ponte militar na zona de São Pedro do Sul.
As vítimas são Pedro Alexandre Girão Gonçalves (22 anos, natural de Torres Novas) e Francisco José Abrantes Oliveira (21 anos, natural de Águeda).
Em comunicado, o Exército informou “com profundo pesar” o falecimento dos dois militares, que tinham sido transportados ao hospital em estado grave, na sequência do atropelamento, cujo alerta foi dado às 9h33 da manhã de hoje.
“Foram de imediato acionados os mecanismos de apoio às famílias, incluindo acompanhamento psicológico. O Exército determinou a abertura de um processo de averiguações para apuramento das circunstâncias do ocorrido”, refere a nota.
“O Exército lamenta profundamente este trágico desfecho e apresenta as mais sentidas condolências às famílias, amigos e camaradas dos militares, continuando a prestar todo o apoio necessário”, adianta.
Fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Região de Coimbra tinha declarado, a meio da manhã de hoje, que os dois militares ficaram em estado grave e foram transportados para o hospital na sequência do acidente.
O atropelamento dos dois militares aconteceu quando ajudavam a sinalizar um veículo pesado de mercadorias, que tinha sofrido um rebentamento de pneu, ao quilómetro 204.8 da A1, no sentido Norte-Sul (na zona de Murtede, no concelho de Cantanhede, distrito de Coimbra).
No local, nas operações de socorro estiveram 18 operacionais e 10 viaturas dos bombeiros da Mealhada, Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), GNR e da concessionária Brisa.








