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Sporting está na final da ‘Champions’ de futsal pela oitava vez

O Sporting garantiu, em Pesaro (Itália), a presença na final da Liga dos Campeões de futsal, ao bater o Cartagena, bicampeão espanhol, no desempate por grandes penalidades (6-5), num jogo que poderia ter sentenciado no tempo regulamentar.

Depois de nas últimas duas temporadas terem caído nas meias-finais e de, no ano passado, terem falhado o pódio ao perderem nos penáltis precisamente frente ao Cartagena, os ‘leões’ vão disputar no domingo a final, em busca do terceiro título europeu.

A equipa portuguesa entrou melhor no jogo, com várias aproximações perigosas à baliza do Cartagena nos primeiros minutos, forçando várias intervenções do guarda-redes espanhol Chemi, ou mesmo dos defesas, caso de Cortés, que salvou sobre a linha de golo, aos oito minutos, um remate de Diogo Santos.

A meio dos primeiros 20 minutos de jogo, o Sporting contava com mais do dobro dos remates da formação espanhola (11 contra 5), mas seria o Cartagena a inaugurar o marcador, aos 11 minutos, por Waltinho, antigo jogador dos ‘leões’, depois de uma triangulação com Tomaz Braga.

O encontro continuou na mesma toada, com a formação portuguesa a atacar e a rematar muitos mais, mas a ser o Cartagena a voltar a marcar, aos 17 minutos, com o internacional espanhol Francisco Cortés a finalizar após assistência de Castejón. Após este novo golo contra a corrente do jogo, o treinador Nuno Dias pediu a primeira pausa técnica, para pedir cabeça fria aos jogadores.

O encontro chegou ao intervalo com o resultado de 2-0 a favor dos espanhóis, apesar de o Sporting ter visado muito mais vezes a baliza de Chemi (28 remates, contra 13 do Cartagena), destacando-se a grande exibição do guarda-redes espanhol, que, sobre o apito para o intervalo, ainda ia fazendo o 3-0, num longo ‘chapéu’ que ia surpreendendo Bernardo Paçó.

A segunda parte começou com o Sporting novamente a ameaçar a baliza de Chemi, mas foi só preciso esperar dois minutos para os ‘leões’ finalmente chegarem ao golo, por intermédio de Zicky Té (22), após assistência de Diogo Santos, num lance em que o guarda-redes espanhol, até então figura do jogo, foi forçado a sair de maca, após lesionar-se sozinho no joelho direito.

Embalada pelo golo e apoio dos cerca de 200 adeptos portugueses presentes em Pesaro, a equipa 'verde e branca' continuou ‘em cima’ do Cartagena e chegaria ao empate três minutos depois (25), com um remate de longe do brasileiro Felipe Valério, que bateu Chispi, o guarda-redes suplente dos espanhóis que entrara para o lugar de Chemi.

Anulada a desvantagem de dois golos, o Sporting continuou a ser a equipa mais perigosa e adivinhava-se a ‘remontada’ frente aos espanhóis, mas o tempo regulamentar esgotar-se-ia sem mais golos, apesar dos 63 remates do Sporting, contra os 14 espanhóis, nos 40 minutos.

A reviravolta surgiria no terceiro minuto do prolongamento (43), num grande golo de Tomás Paçó, mas, no minuto seguinte, o 3-3 acabaria por surgir, por intermédio de Castejón, assistido por Darío Gil (44), tendo o jogo seguido para as penalidades.

A meio da sessão de grandes penalidades, o guarda-redes suplentes Gonçalo, especialista a defender castigos máximos, foi chamado e defendeu o remate de Muhammad Osamanmusa, no único ‘penalti’ não convertido, garantindo o regresso do Sporting à final da Liga dos Campeões, três anos depois, e pela oitava vez no seu historial.

Os ‘leões’ aguardam agora pelo desfecho da segunda meia-final, entre o tricampeão em título e grande favorito Palma, de Espanha, e os franceses do Étoile Lavalloise, estreante nesta fase da prova, numa partida com início às 20:30 locais (19:30 de Lisboa), para conhecer o seu adversário de domingo.

Maio 9, 2026 . 10:20

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