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Segurança aérea europeia prolonga recomendação para não voar no Médio Oriente

AESA indicou que as companhias aéreas não devem operar dentro do espaço aéreo afetado “em nenhum nível de voo nem altitude”

A Agência Europeia para a Segurança da Aviação (AESA) prolongou até 01 de maio a recomendação a todas as companhias aéreas europeias para evitarem o espaço aéreo do Irão e de outros dez países do Médio Oriente.

O último Boletim de Informação para Zonas de Conflito (CZIB) da agência abrange o espaço aéreo do Bahrein, Irão, Iraque, Israel, Jordânia, Kuwait, Líbano, Omã, Qatar, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita.

A AESA indicou que as companhias aéreas não devem operar dentro do espaço aéreo afetado “em nenhum nível de voo nem altitude”.

No entanto, poderão operar acima dos 32.000 pés dentro dos espaços aéreos da Arábia Saudita e de Omã situados a sul dos segmentos definidos pela AESA no boletim.

As companhias aéreas deverão implementar “um processo de monitorização sólido e uma avaliação de riscos atualizada” neste caso.

De um modo geral, a AESA solicitou às companhias aéreas que “supervisionem de perto a evolução do espaço aéreo na região e acompanhem todas as publicações aeronáuticas disponíveis”.

A agência recordou que também se mantém em vigor a recomendação de não operar em todos os níveis de voo e altitudes sobre o espaço aéreo da Síria e do Iémen.

Abril 24, 2026 . 22:00

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