
Viseu recebe Festival das Artes Performativas para Público Jovem
A AMOSTRA — Festival das Artes Performativas para Público Jovem realiza a sua 4.ª edição, entre os dias 5 e 8 de março, em Viseu. A programação articula espetáculos para crianças e jovens, abertos ao público e às famílias, com momentos de encontro, partilha e reflexão entre profissionais do setor.
Organizado pela Companhia Caótica, o festival já passou por Lisboa, Loulé e Porto e chega agora a Viseu, em parceria com o Teatro Viriato e a Câmara Municipal de Viseu. A iniciativa procura valorizar a criação contemporânea de autor para crianças e jovens em Portugal e criar proximidade entre artistas, programadores, educadores e outros agentes culturais, numa dinâmica de construção de redes e de estímulo à reflexão conjunta sobre caminhos para o fortalecimento deste setor cultural.
“A AMOSTRA é um espaço de encontro e de imaginação coletiva, no qual celebramos a criação para os mais novos e refletimos sobre o futuro deste setor. Mais do que um festival, é um projeto de sensibilização aos direitos culturais deste público, e de valorização de um ecossistema cultural que precisa de mais recursos, assumindo-se como um gesto político”, sublinha Caroline Bergeron, coordenadora do festival.
O programa desdobra-se em duas vertentes, nomeadamente, uma dirigida ao público escolar e às famílias, com a apresentação de espetáculos para crianças e jovens; e outra dirigida a profissionais
que atuam na área.
A programação artística inclui trabalhos de Sandra Neves / Trupe Fandanga, Sérgio Pelágio / Real Pelágio, Ainhoa Vidal, Baileia (Clara Bevilaqua e Guilherme Calegari) e de António-Pedro e Caroline Bergeron (Companhia Caótica).
Além das criações, o festival promove conversas, sessões de pitching de projetos e momentos informais de convívio, bem como o lançamento do livro ‘Pedras de Parar e da Urgência’, do sociólogo Rui Telmo Gomes, uma reflexão sobre os desafios das artes performativas para o público jovem em Portugal, a partir do ciclo ‘Conversas Emergentes’, desenvolvido pela Companhia Caótica em colaboração com o Plano Nacional das Artes (do qual nasceu também o documentário Arte Pedras Liberdade).








