
Comissão Diocesana Justiça e Paz promove jornadas dedicadas à integração
A Comissão Diocesana Justiça e Paz de Viseu promove, no próximo sábado, as I Jornadas subordinadas ao tema ‘Acolhimento e Integração de Imigrantes: Construir pontes’, que terão lugar entre as 9h30 e as 13h00, na Escola Superior de Saúde de Viseu.
As jornadas pretendem refletir sobre os desafios e boas práticas no acolhimento e integração de migrantes, promovendo o diálogo, a partilha de experiências e a construção de comunidades mais abertas e inclusivas.
O programa tem início às 9h30, com a sessão de abertura, que contará com a presença de António Luciano, bispo de Viseu, de João Azevedo, presidente da Câmara Municipal de Viseu, e Helena Castro, coordenadora da Comissão Diocesana de Justiça e Paz de Viseu.
Às 10h00, será apresentado o Estudo Piloto ‘Acolhimento e Integração de Migrantes em Viseu’, por Helena Castro. Segue-se, às 10h30, a palestra sobre ‘Integração: uma ponte feita de esperança’, por Eugénia Quaresma, diretora da Obra Católica Portuguesa das Migrações.
Às 11h15, realiza-se uma mesa-redonda subordinada ao tema ‘Gerando comunidades abertas’, com a participação da Cáritas Diocesana de Viseu, da Associação Casa do Brasil e do CLDS 5G Sátão Mais Inclusão.
Às 12h10, será apresentado o Plano Intermunicipal de Acolhimento e Integração de Emigrantes por Sofia Freitas, da CIM Viseu Dão Lafões.
A participação é gratuita, mediante inscrição prévia.
Segundo Helena Castro, as jornadas têm como objetivo “promover a reflexão e a integração de uma rede de apoio consistente em toda a Diocese”, dando a conhecer as respostas já existentes e favorecendo, tanto quanto possível, a sua articulação. Pretende-se, assim, que “as pessoas se conheçam, partilhem experiências e identifiquem, de forma conjunta, o que pode ser feito para reforçar a ação pastoral e social nesta área”.
A comissão, nomeada a 22 de outubro de 2024, pretende “criar um espaço de diálogo e de partilha de experiências, quer por parte dos imigrantes, quer das associações que fazem o acolhimento e integração, conhecendo ainda os dinamismos que já existem no nosso território”.








