
Trump diz que os Estados Unidos vão dirigir a Venezuela
Donald Trump anunciou um “ataque em grande escala” na Venezuela para a captura do chefe do Estado venezuelano, Nicolás Maduro, que foi retirado à força do país.
O Governo de Caracas denunciou uma "gravíssima agressão militar" dos Estados Unidos, após explosões na capital durante a noite, e decretou o estado de exceção.
Por sua vez, o candidato da oposição à eleição presidencial de 2024, González Urrutia, afirmou que a Venezuela vive “horas decisivas” após o ataque dos Estados Unidos levou à captura do presidente Nicolás Maduro.
"Venezuelanos, estas são horas decisivas, saibam que estamos prontos para a grande operação de reconstrução da nossa nação", disse Edmundo González Urrutia numa mensagem na rede social X.
Pouco antes, a líder da oposição e vencedora do Prémio Nobel da Paz, Maria Corina Machado, havia defendido, em comunicado, que González Urrutia deveria assumir a presidência imediatamente.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou ter realizado hoje, “com sucesso, um ataque em grande escala contra a Venezuela” e ter capturado o líder venezuelano, Nicolás Maduro, e a mulher.
Trump confirmou o ataque poucas horas depois de terem sido relatadas explosões e sobrevoos de aeronaves militares em Caracas e outras zonas do país e garantiu que Maduro e a mulher, Cilia Flores, estão detidos no navio anfíbio "USS Iwo Jima" e a caminho de Nova Iorque, para serem julgados por tráfico de droga.
O Governo venezuelano denunciou a "gravíssima agressão militar" dos Estados Unidos e decretou o estado de exceção.








