
Viseense Pedro Cruz tomou posse como comandante da Brigada de Intervenção
Empossado ontem no Quartel de Sant’Ana. Desta forma, e sob a égide do vice-chefe do Estado-Maior do Exército português, o tenente-general Pedro Emanuel Maia Pereira, começa um novo ciclo, que enfrentará novos desafios e novas soluções. O primeiro “desafio” poderia ter sido a chuva, mas durante a sessão houve “tréguas”, mesmo que de pouca duração.
«Quero dizer que nada se faz em Lisboa» indicou o tenente-general que destacou também a necessidade de «desassossego» como um ponto fulcral de mudança e de avanço, tanto da sociedade civil como dos serviços militares. «Deixo duas palavras a esta Brigada e ao novo comandante: gratidão e confiança», sublinhou ainda o vice-chefe do Estado-Maior, referindo que a BrigInt é fulcral para as funções do exército e que o «comandante Vale Cruz tem toda a confiança reunida em si».
Também presente na cerimónia de posse, o comandante das Forças Terrestres, tenente-general Rui Moreira, relembrou a importância deste ramo e desta brigada para a qualidade dos serviços prestados pelo Exército Português. «A importância da Brigada de Intervenção é inegável e queria deixar uma mensagem de agradecimento a todos aqui presentes, militares e civis, pelo trabalho realizado neste quartel». Continuando a sua intervenção, deixou claro que é preciso manter o foco de trabalho «nas pessoas» e que a manutenção e liderança da BrigInt deve ser levada a cabo «de modo a garantir a ação rápida e de qualidade» para resolução de conflitos da melhor forma.
Orgulho, honra e grande sentido de responsabilidade são palavras que definem o momento solene
Pedro Miguel do Vale Cruz é o novo comandante da Brigada de Intervenção Terrestre (BrigInt),
A «aposta na formação e no melhoramento constante» foi, também ela, elogiada, sendo um «motor do desenvolvimento» e uma das razões de se manter «na vanguarda do sucesso» e das Forças Armadas Portuguesas. Este foi um dos elogios deixado ao serviço do cessante comandante brigadeiro-general Moreira Freire.
Apesar da sessão ser dedicada ao comandante brigadeiro-general Vale Cruz, esta não era uma cerimónia onde o próprio desenvolvesse um discurso, tendo apenas deixado uma mensagem de «orgulho» e «honra» pela confiança deste cargo. À comunicação social presente, revelou que «haverá tempo para palavras» no futuro. Deste modo, mesmo sem intervir, foi claro o sentimento de felicidade e de noção de responsabilidade de encarar este novo desafio da melhor maneira, para continuar a desenvolver as Forças Armadas e as capacidades da Brigada de Intervenção.








