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O IPV tem 46 anos e “é hoje uma instituição preparada para novos voos”

O Instituto Politécnico de Viseu celebrou hoje 46 anos em sessão presidida pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação. Também se descerraram placas em nome do professor Fernando Sebastião, do professor Jorge Fraga e do professor João Pedro Antas de Barros

Do Instituto Politécnico de Viseu (IPV) vê-se o mundo, mas também 46 anos de histórias, crescimento e dedicação à região e ao país. Celebraram-se mais do que quatro décadas de “uma instituição que tem sabido antecipar desafios e evoluir”. Diante da comunidade, o presidente do politécnico também garantiu que “o IPV é hoje uma instituição preparada para novos voos”.

As comemorações do 46.º aniversário, que decorreram ontem na Aula Magna do IPV, contaram com a presença do ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, do presidente do IPV, José Costa, e do presidente do Município de Viseu, João Azevedo, entre outras entidades.

“O IPV tem vindo a consolidar, de forma inquestionável, o seu crescimento e prestígio, tanto a nível nacional, internacional e interno ana Universidade Europeia, afirmando-se como uma instituição de referência e um pilar fundamental para o desenvolvimento da comunidade onde se insere”, começou por destacar José Costa.

Falamos de um percurso, reforçou, marcado por “um trabalho coletivo de várias entidades, sustentado na inovação pedagógica, na qualidade do ensino e da investigação, na transferência do conhecimento e na forte interação com a comunidade institucional e empresarial”.

Um dos focos de uma instituição que soma 46 anos é, frisou, a investigação científica, onde “o investimento na internacionalização e a estreita ligação ao tecido produtivo marcaram momentos decisivos do seu crescimento”. Considerando os doutoramentos em funcionamento e os que esatão em preparação, o presidente do IPV sublinhou ainda “a solidez da sua investigação em ciências, tecnologia, artes e humanidades, refletindo uma instituição preparada para novos voos”.

Alguns dos objetivos de uma ‘grande lista’ são transformar o instituto em universidade, apostar em formação de curta duração, as ditas microcredenciais, ‘reativar’ professores aposentados em apoio a casos de insucesso escolar, a criação de um Centro de Tecnologias de Derivados da Madeira, além da futura Escola de Estudos Avançados em Agrogastronomia, a alocar também nas antigas instalações da CVR Dão.

E, por isso, “o nosso caminho tem sido com os agentes económicos da comunidade, nomeadamente as empresas e as instituições, numa relação de grande simplicidade”, garantiu. Também não esqueceu docentes, estudantes e não docentes que, relembrou José Costa, “levam todos os dias o nome do IPV mais longe, reforçando a sua reputação em Portugal e no mundo”.

Já o ministro da Educação destacou uma instituição com “uma elevada maturidade”, onde a ligação à região será um ponto decisivo no seu desenvolvimento. “Se o IPV estiver desligado da região nunca vai conseguir fazer projetos tão fortes”. relembrou Fernando Alexandre, acrescentando que “é importante mobilizar os agentes económicos e ser sempre um parceiro”.

Também o presidente do Município de Viseu, João Azevedo, considerou uma instituição capaz de ter ainda mais ambição no seu desenvolvimento. "Viseu pode ambicionar ter uma universidade", afirmou.

Novembro 5, 2025 . 20:15

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