
Aveiro e Viseu registam forte valorização nos preços das casas
O portal imobiliário Imovirtual apresentou o seu barómetro mensal sobre a evolução dos preços médios anunciados de arrendamento e venda no Norte de Portugal. O estudo analisa os dados de setembro deste ano e compara-os com o mês anterior e com setembro de 2024.
O preço médio de venda em Portugal fixou-se em 435.000 euros, traduzindo uma subida de 1% face a agosto (430.000 euros) e de 18% face a setembro de 2024 (370.000 euros). No Norte, o valor médio atingiu os 255.000 euros, refletindo um aumento de 1% no último mês e de 15% em termos anuais (222.500 euros).
Entre os distritos, Aveiro destacou-se com uma subida para 390.000 euros (2% mensal; 22% anual). Braga valorizou ligeiramente para 350.000 euros (1% mensal; 13% anual), enquanto o Porto consolidou-se como o distrito mais caro da região, nos 425.000 euros (1% mensal; 14% anual).
No interior, Viseu manteve a tendência de valorização expressiva, fixando-se em 225.000 euros (29% anual). Já Guarda estabilizou nos 100.000 euros (5% anual), assim como Bragança permaneceu nos 100.000 euros, ainda com quebra de 17% em termos homólogos. Vila Real manteve-se nos 180.000 euros, registando uma descida de 3% anual.
O valor médio das rendas em Portugal atingiu os 1.300 euros, refletindo uma subida de 2% no último mês e de 4% em termos anuais. No Norte, porém, o valor médio recuou para 700 euros, correspondendo a uma quebra de 3% face a agosto e de 3% em termos homólogos.
Apesar da descida regional, Aveiro destacou-se com a maior subida mensal, atingindo os 950 euros (6% mensal; 9% anual). Bragança também registou um aumento, fixando-se nos 560 euros (12% mensal; 12% anual), e Vila Real subiu para 630 euros (5% mensal; 26% anual).
Já a Guarda registou uma queda acentuada, descendo para 500 euros (13% no mês), embora ainda mantenha uma variação anual positiva de 32%. O Porto estabilizou nos 1.100 euros, permanecendo como o distrito mais caro da região, mas com quebra de 4% face a 2024. Viseu desceu para 650 euros (7% mensal), e Viana do Castelo manteve-se nos 750 euros, com quebra homóloga de 6%.








