
Os últimos são sempre os maiores e “Os Melhores Anos”
A Gabrielle pregou uma partida mas não foi suficientemente forte para afastar os 1.200 convidados da festa que já faz parte das agendas de políticos, empresários, profissionais de todas as áreas, famílias e amigos que enfrentaram a chuva em troca de uma noite inesquecível. Falamos dos OMA - Os Melhores Anos - promovidos todos os anos pelo Grupo Visabeira na mítica The Day After e que cativa públicos de todas as idades independentemente do programa que lhes é oferecido.
Elegância, beleza, charme e alegria, de tudo isto e muito mais, se faz o sucesso da “festa” que o Grupo Visabeira sonhou, concretiza e mantém ao longo de 27 anos com os seus parceiros, sem nunca desiludir.
Os amigos voltaram a juntar-se à mesa e o tema foi a alegria, a boa disposição, as confidências, acompanhadas pelos sabores da gastronomia tradicional e pelos vinhos do Dão. Um repasto saboreado ao som das músicas dos anos 80 e 90 lançadas por António Arede, mas também pelas Vozes da Rádio e a Orquestra Smooth que, como já é habitual, encheu a pista e animou o baile.
Fora da sala principal, Carolina Torres com a sua juventude animava os mais irreverentes e era aplaudida, em particular pelos mais jovens.
Com a sobremesa, chegaram os Resistência que foram acompanhados por um coro de vozes, pais e avós, que os acompanharam durante estas mais de duas décadas. Mas também pelos filhos que cresceram a ouvir as suas canções de amor, de alerta, de revolta, também contra as guerras e os males do mundo, cantadas pelos pais.
A pista voltou a encher-se e durante mais de uma hora todos pularam dando asas aos sonhos ao som da voz (ainda) rouca de Olav Bilac, Miguel Ângelo (Delfins) ou de Tim (Xutos e Pontapés), abafando o som da chuva que teimava em cair. Mas o baile começaria mais tarde, sobretudo ao som de António Arde, o dj viseense apaixonado pelos célebres anos 80 e a Orquestra Smooth.
Por entre as danças, o saborear de um caldo verde, os doces e os brindes à amizade e ao próximo encontro com um champanhe do Dão, as horas foram passando para quem ficou e esqueceu tristezas com o Fernando Alvim.
Mas este ano, o ambiente foi propício também a troca de opiniões, de apoios e de ‘conversações’ políticas ou não estivesse o país em plena campanha para as eleições autárquicas que se vão realizar no próximo dia 12 de outubro. Entendiam-se os grupos que se iam formando e até se poderiam antecipar alguns dos assuntos discutidos em voz baixa não fosse o grupo de lado escutar a estratégia. Mas não só, também as presidenciais, que deverão acontecer no início do ano, terão sido assunto de reflexão. Conversas à parte, a alegria foi a rainha de uma noite que o Diário de Viseu irá mostrar em imagens numa próxima edição.







