Última Hora
Pub

Académico não teve argumentos na segunda parte e acabou derrotado pelo Torreense

Os viseenses continuam com a maldição que já vem da época passada perdendo jogos depois de terem estado na frente. Marcaram cedo mas deixaram que o Torreense fizesse a cambalhota no marcador

O Académico deslocou-se a Torres Vedras para defrontar o Torreense em jogo a contar para a 3.ª jornada da II Liga e foi derrotado por 2-1, com golos sofridos no segundo tempo.

Entrada de rompante do Académico com a bola a chegar a André Clóvis que rodou sobre os defesas e rematou, tendo Lucas Paes desviado a bola para a linha do fundo. O Académico ganhou o canto e na sequência do mesmo convertido por Luís Silva, a bola chegar a André Clóvis que assistiu Anthony Correia que rematou para o poste mais longe de Lucas Paes, fazendo o primeiro golo do desafio. O Torreense reagiu e aos cinco minutos Manuel Pozo rematou forte, tendo Bruno Brígido defendido com o pé. Dois minutos depois Dany Jean bem servido aproveitou para tentar um chapéu ao guardião adversário mas a bola passou a rasar barra da baliza.

O Torreense ia tentando jogar a partir do seu meio campo, mas o Académico pressionava alto, dificultando a tarefa da equipa da casa. Aos 17 minutos André Clóvis, em corrida, acabou por levar o perigo à baliza de Lucas Paes, mas a bola foi desviada pela linha do fundo.

Decorria o minuto 20 e André Clóvis criou muito perigo, obrigando Arnau Casas a cortar o lance de carrinho, o que lhe valeu o cartão amarelo.

O Torreense tinha maior posse de bola, mas o contra-ataque visitante ia fazendo a diferença a seu favor. Manuel Pozo era quem mais perigo criava para a baliza viseense. Os locais tinham maior posse de bola e as investidas à baliza de Bruno Brigido foram muitas. Contudo, o contra-ataque dos Viriatos mantinha o perigo junto da baliza de Lucas Pais.

O intervalo chegou com o Académico na frente. É verdade que os jogadores da equipa da casa estiveram melhor na construção de jogo e tiveram mais posse de bola, mas o conjunto beirão, apesar de menos exuberante no processo ofensivo, optava por transições rápidas que levaram muito perigo à baliza local, mantendo ainda ligeira superioridade nos lances de bola parada, o lhe valia a vantagem na ida para o descanso.

Para o reatamento o treinador Vítor Martins deixa nas cabinas Léo Azevedo e fez entrar Alejandro Alfaro. Houve mais poder de fogo. Ambas as equipas procuravam marcar, mas nem sempre da melhor forma. Contudo a superioridade do Torreense era evidente. Ainda antes da uma hora de jogo, no Académico entram Goih, João Guilherme e Chamito, jogadores de caraterísticas médio defensivo, tendo saído os três dianteiros: Robinho, André Clóvis e Simão Silva.

O Torreense respondeu também com a entrada de dois novos jogadores e a aposta resultou no golo do empate por Stopira, aos 67 minutos. A passividade da equipa beiraltina era uma realidade e cheirava a novo golo dos donos da casa e Pité, com um remate forte, quase o conseguia, mas Bruno Brigido com boa intervenção evitou que a bola entrasse na sua baliza. Mas foi mesmo Pité quem fez a reviravolta no marcador aos 78 minutos.

O Académico tentou ir à procura, no mínimo, do empate mas sem as suas referências atacantes tornou-se difícil de o conseguir. Ainda assim, Samba Koné, Tomás Domingo e Nils Mortimer tiveram oportunidade de empatar, mas a finalização não foi a melhor.

Agosto 23, 2025 . 18:10

Partilhe este artigo:

Junte-se à conversa
0

Espere! Antes de ir, junte-se à nossa newsletter.

Comentários

Fundador: Adriano Lucas (1883-1950)
Diretor "In Memoriam": Adriano Lucas (1925-2011)
Diretor: Adriano Callé Lucas
94 anos de história
bubblecrossmenuarrow-right