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“Soprar para ver” é o novo trabalho da companhia Amarelo Silvestre

Companhia de Canas de Senhorim prepara novo trabalho em co-produção com o Lu.Ca, Teatro Luís de Camões, Lisboa, e o Cine-Teatro São Pedro, Alcanena

A mais recente produção da Amarelo Silvestre vai ter antestreia em Canas de Senhorim, nos dias 19 e 20 de setembro. “Soprar para ver” terá estreia no LU.CA, Teatro Luís de Camões, em Lisboa nos dias 3, 5, 8 e 12 de outubro.
O espetáculo segue depois para Lamego, Teatro Ribeiro Conceição, nos dias 24 e 25 de outubro; Alcanena, no Cine-Teatro São Pedro, nos dias 5 e 6 de dezembro, terminando esta viagem no Theatro Circo, em Braga, no dia 13 de dezembro.
“Havia um futuro espetáculo de teatro em construção. Havia não, há, porque isso mantém-se. O que mudou foi o nome desse futuro espetáculo: passou a ser “Soprar para ver”. Onde se lia “Mapa do Património Humano Invisível”, deve passar a ler-se “Soprar para ver”. O novo título e a nova sinopse fazem mais jus ao que está a ser construído.Tudo o resto se mantém. “Este será um espetáculo para famílias e é uma co-produção com o Lu.Ca, Teatro Luís de Camões, Lisboa, e com o Cine-Teatro São Pedro, Alcanena”.
Porquê “Soprar para ver”? Porque “há as coisas que vemos. Essas estão lá. São visíveis. E há as coisas que não vemos. Essas também estão lá. São invisíveis, porque não as vemos, mas estão lá. Porque vemos umas coisas e não vemos outras? E se começássemos por soprar? Soprar faz bem à saúde e liberta o corpo para ver melhor. Soprar faz virar páginas, faz mudar histórias, faz descobrir carecas, faz atear fogos e apagar incêndios. Soprar faz crescer os dentes”.
Da equipa artística de “Soprar para Ver” fazem parte Rafaela Santos, direção artística, Fernando Giestas apoio direção Artística, Inês Luzio e Rafaela Santos interpretação,Pietro Romani, apoio movimento / escuta e olhar, Henrique Ralheta, cenografia, Rachel Caiano, criação plástica e figurinos, Guilherme Pompeu, desenho luz, Inês Luzio e Leonardo Outeiro, composição musical e Catarina Requeijo, consultoria artística.
E, claro, a equipa Amarelo Silvestre que a tudo dá corpo e alma, Marlene Ramos e Susana Figueira Henriques, produção executiva, Carla Ramos, Gestão, Cátia Veloso Marques, mediação e Maria Inês Santos, redes sociais.
Na companhia de teatro Amarelo Silvestre o “trabalho é desenvolvido em Canas de Senhorim com o intuito de ter validade artística em Canas de Senhorim, Lisboa, Londres, Cairo, Tóquio, Nova Iorque ou Adelaide”.

“Falamos de teatro contemporâneo criado em contexto semi-urbano, atento à vida e às pessoas. À valorização da existência. Move-nos iluminar o desequilíbrio e, a partir daí, iniciar a criação caminhando para o desconhecido. Sempre praticando a liberdade que o Teatro torna possível. Nunca deixando de dar perguntas às respostas que vamos tirando da frente dos olhos”, afirmam os seus fundadores.

Julho 31, 2025 . 20:35

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