
“O Mosaico é um festival que nos fazia falta e que levou milhares de pessoas ao centro histórico”
Como correu o Mosaico?
Esta foi a primeira edição mas era um desejo antigo de termos um festival que de alguma forma ativasse aquilo que são as dinâmicas do centro histórico. Foram três dias de animação fervorosa e o balanço é francamente positivo, com a organização a falar entre 20 a 25 mil pessoas no centro histórico.
Uma aposta ganha?
Claramente. E se dúvidas houvesse quanto a este esquema dos cinco palcos em simultâneo, elas dissiparam-se completamente. É claramente um festival que nos fazia falta e que correspondeu aos nossos principais objetivos, ou seja, permitir uma fruição do centro histórico pelas famílias, o que aconteceu. E por outro lado, cativar a juventude que precisa destes grandes eventos no interior de Portugal para poder também ver os seus artistas preferidos.
Mas também apostaram numa promoção mais focada
Sim, porque percebemos que a nossa comunicação não estava a chegar a essa faixa etária mais nova. As soluções fáceis não existem e portanto, da mesma maneira que percebemos que esta plataforma que lançámos com o festival não vai resolver todos os problemas do centro histórico, também procurámos saber o que atrai a juventude nos dias de hoje. E percebemos que esta ideia de comunicar também para a juventude e de criar um cartaz que de alguma maneira eles reconheçam imediatamente e lhes agrade, funciona. E também percebemos que a juventude está atenta e quando as propostas lhes interessam aparecem. Mas recordo que o Festival Mosaico foi anunciado em outubro, quando divulgámos a programação para este ano, depois na BTL, e de novo em maio.
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