
“Se as taxas ficarem pelos 10% não se sentirá muito”
Confessando-se “irritantemente otimista”, Frederico Falcão reconheceu que “se as taxas se ficarem pelos 10%, não será muito sentido em Portugal”.
“Os EUA são o nosso segundo mercado de exportação, seguido ao de França, que tem vindo a cair”, afirmou o dirigente, adiantando que “inicialmente quando foram anunciadas taxas de 200% as preocupações foram grandes e as encomendas a serem suspensas”. Reconhecendo “que as taxas são muito prejudiciais ao negócio, seja para quem compra ou vende”, Frederico Falcão sublinhou que “com as taxas a 10% Portugal continuará a exporta” embora com um aspeto negativo: “o preço não se vai sentir no consumidor”. “Desta forma, reconheceu, “os importadores estão a forçar a baixa dos preços dos vinhos portugueses que já são baratos para um mercado como o norte-americano”“, afirmou, sublinhando que “o problema para Portugal é baixar os preços para continuarmos no mercado quando precisamos de os aumentar e trazer sustentabilidade ao setor”.
Reforçando a necessidade de se aguardar pelas negociações que decorrem entre a Europa e os EUA, Frederico Falcão reconheceu que “não será fácil substituir os EUA por qualquer outro mercado” para onde foram exportados 23,5 milhões de litros, em 2024”.
“Nós já corremos o mundo, mas ainda há muito mercado para abrir nos EUA formados por 50 Estados”, afirmou, dando como exemplo a Geórgia que não importa mas que está interessado







