A investigação teve início no passado dia 16 de janeiro, numa comunicação efetuada pelo serviço de urgência pediátrica da ULS da Guarda, por suspeita de crime sexual, com necessidade de diligências imediatas
Todo são suspeitos de fornecerem, “de forma organizada”, estupefacientes para os estabelecimentos prisionais da Guarda, de Viseu, de Coimbra e de Lamego