Em causa estão suspeitas de crimes de incitamento ao ódio e discriminação racial, que têm por base declarações do presidente da autarquia numa reunião da Assembleia Municipal
O primeiro-ministro considerou hoje que um eventual ato de vandalismo contra o gabinete do líder do Chega “é inconcebível em democracia” e deve ser alvo de uma investigação rápida e conclusiva.