O Governo iraniano ameaçou hoje que os Estados Unidos “devem esperar uma repetição das suas derrotas passadas no campo de batalha” se não aceitarem a proposta de paz apresentada por Teerão.
A viagem ocorre num momento em que "os Estados Unidos e o Irão se esforçam por retomar as discussões técnicas", na sequência do memorando de entendimento assinado na quarta-feira entre os dois países, informou a CNN
O ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben-Gvir, declarou hoje que “todo o Líbano deve arder”, após o anúncio da morte de quatro soldados israelitas.
O segundo na linha de sucessão da Casa Branca reconheceu que "grandes segmentos do 'establishment' político e da população israelita são muito sensíveis a este acordo", embora tenha salientado que "estão a absorver informações erradas sobre o acordo, espalhando-as e entrando em pânico por causa disso"
O memorando de entendimento com Teerão, assinado por Trump na quarta-feira no Palácio de Versalhes, em França, prevê um plano de investimentos de 300 mil milhões de dólares para a reconstrução do Irão, bem como a libertação de 24 mil milhões de dólares (cerca de 20,9 mil milhões de euros) em fundos iranianos congelados devido às sanções
O Presidente norte-americano afirmou que vai ordenar novos bombardeamentos contra o Irão caso não seja alcançado um acordo definitivo com Teerão nos 60 dias após a assinatura formal do memorando de entendimento.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, anunciou hoje que vai candidatar-se às próximas eleições legislativas em outubro e sublinhou que tem a “intenção de ganhar”.
O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, afirmou hoje esperar que o estreito de Ormuz seja reaberto “sem portagens”, apesar de ter sido avançado que o Irão quer cobrar uma taxa pelos serviços marítimos no canal.
O Presidente da República, António José Seguro, saudou hoje o acordo alcançado entre os Estados Unidos e a República Islâmica do Irão, esperando que este sirva para pôr fim imediato ao conflito, incluindo no Líbano.