A Casa do Douro alertou hoje para as dificuldades financeiras da instituição e reclamou ao Governo que a liberte das “amarras administrativas” e aplique a lei que, em 2024, a restaurou como associação pública de inscrição obrigatória.
Estima-se que os rendimentos privados do chefe de Estado possam incluir os provenientes de investimentos ou lucros comerciais, fundos gerados pelas suas propriedades e poupanças pessoais