A bactéria em causa foi inicialmente isolada em 2022, mas só após uma sequenciação completa do seu genoma foi possível confirmar que se trata de uma nova espécie
Docente da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Viseu foi convidada para integrar um novo volume do livro “Mulheres na Ciência”, uma homenagem da Ciência Viva às mulheres cientistas portuguesas
O inseto, cujo nome científico é ‘Trichilogaster acaciaelongifoliae’, foi introduzido em 2015 “depois de vários testes e análises de risco”, tendo o acompanhamento das árvores de acácia-de-espigas sido realizado, durante seis anos, em várias dunas da região Centro
A bactéria em causa foi inicialmente isolada em 2022, mas só após uma sequenciação completa do seu genoma foi possível confirmar que se trata de uma nova espécie
Os pormenores do estudo, realizado por investigadores do Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College London, foram publicados na quinta-feira na revista Science