O primeiro-ministro espanhol disse hoje estar consciente das "dúvidas e indícios" sobre o ocorrido em Ceuta em julho, mas garantiu não existirem, até agora, provas de uma ação "desenha ou executada" por Marrocos.
A Polícia Nacional de Espanha garantiu hoje que o relatório que elaborou sobre Ceuta não atribui às forças de segurança marroquinas "o planeamento ou execução" da entrada de mais de 70.000 pessoas na cidade.
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, qualificou hoje a entrada em massa de pessoas em Ceuta como um ataque a Espanha e à Europa em que estiverem envolvidos Israel e EUA e descartou responsabilidades por parte de Marrocos.
Os bombeiros de Ceuta convocaram para segunda-feira uma concentração junto à Delegação do Governo de Espanha para exigir “meios, recursos e soluções” perante a crise que afeta a cidade autónoma espanhola.
O chefe do Governo espanhol, Pedro Sánchez, vai comparecer no dia 03 de setembro numa sessão plenária extraordinária do Congresso para explicar a atuação do executivo perante a entrada maciça de migrantes em julho em Ceuta, foi hoje divulgado.
O Ministério do Interior marroquino atribui a entrada ilegal de dezenas de milhares de pessoas nas cidades espanholas de Ceuta e Melilla à "conjugação de vários fatores”, destacando-se “a utilização maliciosa do espaço digital”.