Há um momento, todos os anos, em que o desporto de formação recomeça. Reabrem-se portas, enchem-se balneários, reaparecem equipamentos, horários, treinos e jogos. E milhares de crianças voltam a entrar num campo, num pavilhão, numa piscina, numa pista ou num tatami.
Partimos para um torneio, para um jogo ou para mais uma aventura entre colegas, acreditando que regressaremos apenas com histórias para contar, fotografias para guardar e memórias para recordar.
Quando falamos do direito das crianças ao desporto, não estamos apenas a falar de atividade física, competição ou rendimento. Estamos a falar de infância. De liberdade. De crescimento. De felicidade.